Restauro de escultura com 250 anos “é possível” mas complexo.

Nuno Miguel Rodrigues, o visitante do Museu Nacional de Arte Antiga que fotografou a escultura caída no chão do terceiro piso e revelou o acidente através do Facebook, diz que nunca se tinha visto numa situação como a de domingo e que espera não voltar a ver. “Estava a sair da sala e ouvi um estrondo. Só podia ser uma peça a cair. Voltei para trás e vi a estátua no chão e um senhor consternado com o acidente. Como é que uma pessoa fica depois de estragar uma peça com centenas de anos num museu?

É complicado.” Ao lado do turista brasileiro, relata, estava um segurança e, entretanto, chegaram mais dois. “Havia vigilantes na sala na altura em que aconteceu”, conta este livreiro de 45 anos, que não sabe precisar quantos. “Ficou tudo incrédulo com o que se tinha passado e um grande silêncio.”

Na sala estariam seis de pessoas. Não ficou muito mais tempo no museu e não discutiu com os presentes a situação que levou o turista a cair e a derrubar a peça. Tudo o que sabe leu mais tarde na imprensa, é que esse visitante estaria a tirar fotografias e não terá visto a base que o fez tropeçar. I.S.

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Público • Terça-feira, 8 de Novembro de 2016 • 35

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