If get you to hear me now

Know you’ll get stronger
When you get older, oh
Just don’t shrug your shoulders
When you get older

Things aren’t easy
So just believe me now
If you don’t keep it cool now
You’ll never make a sound

All the lights will guide the way
If you get to hear me now
All the fears will fade away
If you get to hear me now
If you get to hear me now
If you get to hear me now

Leave excuses aside
Speak out your mind, oh
And don’t let in slide
You’re not always right, no

Things aren’t easy
So just you believe me now
Don’t learn the hard way
Just let me show you how

All the lights will guide the way
If you get to hear me now
All the fears will fade away
If you get to hear me now
If you get to hear me now
If you get to hear me now
If you get to hear me now
If you get to hear me now
If you get to hear me now
If you get to hear me now

Songwriters: Marcos Zeeba / Alok Petrillo / Bruno Martini

Hear Me Now lyrics © Sony/ATV Music Publishing LLC

 

https://www.youtube.com/watch?v=JVpTp8IHdEg

 

Me ouça agora

Se você me ouvir agora

 

Se você me ouvir agora

Sei que você vai ficar mais forte

Quando você ficar mais velho, oh

Só não encolha os ombros

Quando você ficar mais velho, oh

 

As coisas não são fáceis

Então apenas acredite em mim agora

Se você não manter a calma agora

Você nunca vai conseguir

 

Todas as luzes irá guiar o caminho

Se você me ouvir agora

Todos os seus medos irão desaparecer

Se você me ouvir agora

 

Se você me ouvir agora

 

Deixe as desculpas de lado

Fale alto a sua opinião agora

Não deixe escapar

Você nem sempre tem razão agora

 

As coisas não são fáceis

Então apenas acredite em mim agora

Não aprenda do jeito difícil

Apenas me deixe te mostrar como

 

Todas as luzes irá guiar o caminho

Se você me ouvir agora

Todos os seus medos irão desaparecer

Se você me ouvir agora

Se você me ouvir agora

 

Anúncios

O mistério das transferências para offshores

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Vamos ver se consigo perceber o que se passa neste caso dos quase dez mil milhões que apareceram repentinamente nas estatísticas das transferências para offshores.

Em Abril de 2016 – já com este Governo em funções – o Ministério das Finanças divulga dados estatísticos sobre transferências para offshores que não eram revelados desde 2010 por decisão do então secretário de Estado dos Assuntos Fiscais Paulo Núncio. E o Público noticia “Em cinco anos saíram mais de 10 mil milhões de euros para offshores” . Entre 2010 e 2014 tinham sido transferidos para offshores 10.200 milhões de euros

Em Fevereiro de 2017 o jornalista Pedro Crisóstomo verifica que as estatísticas foram alteradas – foram somados quase dez mil milhões de euros que não estavam lá em Abril de 2016 – e confronta o Ministério das Finanças com isso. Transcrevo essa parte do texto:

“…Mas os valores publicados nessa altura não coincidem com os números que entretanto, oito meses depois, foram actualizados. Ao confrontar as últimas estatísticas, o PÚBLICO detectou uma discrepância muito significativa entre os valores ali enumerados e os montantes publicados pela AT em Abril, diferença que, ao ser questionado pelo PÚBLICO, o ministério das Finanças confirmou. Se nos primeiros ficheiros o fisco dizia que tinham sido enviados 7162 milhões de euros para offshores de 2011 a 2014, agora, o valor contabilizado é mais do dobro: são 16.964 milhões de euros, uma diferença superior a 9800 milhões.(…)”.

Face a isso o Ministério das Finanças diz ao Público queentre 2011 e 2014, houve “20 declarações apresentadas por instituições financeiras que não foram objecto de qualquer tratamento pela AT”.

Questionado sobre se há impostos devidos o Ministério das Finanças diz que “não estão ainda concluídas as investigações em causa”.

Entretanto o ex-presidente da Autoridade Tributária (até Julho de 2014) José Azevedo Pereira garante ao Eco que fez o tratamento e o acompanhamento inspetivo que lhe competia”

Tudo isto relatado, não se percebe como é que daqui se deduz que houve fuga ao fisco?

Da informação que tenho apenas consigo saber que:

1. O ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais impediu a divulgação destas estatísticas – o que se sabe há muito tempo, decisão errada que nunca mereceu grande atenção da classe política;

2. Que na divulgação das estatísticas em Abril de 2016 houve um erro que agora foi corrigido.

3. Que as transferências para offshores atingiram um valor recorde em 2015, o ano das eleições, superior mesmo ao do ano da entrada da troika.

Quanto a impostos em incumprimento nada sabemos e a melhor informação que temos é que o Ministério das Finanças vai investigar e que o ex-presidente da Autoridade Tributária garante que foram cumpridas todas as regras.

Publicada por Helena Garrido

http://vistodaeconomia.blogspot.pt/2017/02/o-misterio-das-transferencias-para.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter

Augusto Santos Silva, Salvador Sobral e a RTP

João Miguel Tavares

O ministro dos Negócios Estrangeiros louvou ontem a vitória de Salvador Sobral no Festival da Eurovisão, num artigo de opinião no PÚBLICO em que cruza a crítica musical arguta com a subtil análise política. “Não se trata apenas de celebrar uma vitória nacional”, escreveu Augusto Santos Silva, “mas o modo como foi conseguida”. É um facto: os irmãos Sobral apresentaram-se com uma canção que qualquer pessoa com décadas de Eurovisão diria não ter quaisquer hipóteses, por ser pouco festivaleira — este equívoco torna a vitória de ambos ainda mais meritória. Mas se Santos Silva percebeu bem a singularidade musical da canção, não resistiu depois a transformá-la numa singularidade lusitana, no sentido em que Salvador Sobral cantou em português, afirmou o seu talento individual e rompeu com a “lógica comercial, do marketing, da uniformidade e do monolinguismo” que dominava a Eurovisão. Como de costume, assim que nos apanhamos a vencer não resistimos a pregar ao mundo. Ora, se é verdade que Salvador Sobral demonstrou, como era seu desejo, que “a música não é um fogo-de-artifício”, também é verdade que ele e a sua irmã foram dois magníficos trunfos de marketing nos últimos meses — por causa da simpatia e espontaneidade de ambos, por dominarem um apreciável conjunto de línguas, e porque o próprio Salvador é uma personagem fascinante, que extravasa a dimensão estritamente musical. Sim, é verdade que ele é um intérprete notável e um justo vencedor, mas a vitória na Eurovisão não se deve apenas à sua singularidade enquanto intérprete — pelo contrário, deve-se à construção altamente profi ssional de um caminho que permitiu que essa singularidade se manifestasse. Para citar a fi losofi a do Benfi ca: há o Jonas, e há a estrutura que o sustenta. Sendo ministro deste Governo, é pena que Augusto Santos Silva não tenha tido uma palavra de apreço para a RTP, para Nuno Artur Silva, para Gonçalo Reis e, já agora — pequena provocação política —, para Miguel Poiares Maduro, que em 2013 teve a coragem de desgovernamentalizar a RTP. Essa desgovernamentalização teve como consequência a promoção de gestores competentes, que por sua vez puderam convidar para o seu lado pessoas mais interessadas em fazer boa televisão do que favores ao Governo. (Note-se: não tem que ver com o facto de Poiares Maduro ser do PSD; tem que ver com o facto de ser independente, como ainda agora se viu na FIFA. Enquanto Miguel Relvas tutelou a comunicação social a desgraça foi a mesma de sempre.) Embora eu considere que a RTP tem um custo absurdo para o país, não nego as mudanças positivas que se têm vindo a verificar. Melhores profissionais têm melhores ideias, e uma delas foi a renovação do Festival da Canção, com a contratação de consultores como Nuno Galopim, que é daqueles que sabem não só o nome da canção do Luxemburgo na Eurovisão de 1984, como quantos pontos teve. São estas pessoas, apaixonadas pelo seu trabalho, que perceberam que a melhor forma de renovar o festival seria convencer os melhores compositores portugueses a participar — e foi desse convite que surgiu Amar pelos dois. Aquilo que importa dizer sobre a vitória portuguesa é menos “Salvador Sobral é único” e mais “trabalhámos com um profissionalismo que não se via há muito e o investimento compensou”. Os irmãos Sobral criaram uma grande canção, com certeza. Mas sem as boas ideias de profissionais competentes e independentes na RTP, não teriam chegado a criar coisa alguma.

Jornalista

jmtavares@outlook.com

Vêm aí os russos

Miguel Esteves Cardoso

Sobrevivemos à crise dos mísseis em Cuba. Em 1966 sobrevivemos à alegada comédia The Russians Are Coming. Sem saber como sobrevivemos toda a Guerra Fria entre os EUA e a União Soviética que durou, ao que nos dizem, até ao fi m desta última em 1991. Há por aí pessoas com 25 e 26 anos de idade que não sabem o que é a URSS porque, quando nasceram, já não existia tal coisa. Os americanos e os russos estavam bem uns para os outros, império contra império, bully paranóico contra bully paranóico, marrando eternamente, por dá cá aquela palha, um com o outro. O regresso da arrogante e estapafúrdia rivalidade entre as duas já-foram-maissuperpotências não é sequer um regresso. Quando muito, houve uma breve interrupção das hostilidades por ocasião das bebedeiras de Ieltsin e das fantasias americanas de ter conseguido dar um happy ending à própria História com agá grande. Os russos não são os novos maus da fi ta. Nunca deixaram de ser, precisamente porque a fi ta ainda não acabou. Só acabará quando os americanos — e, por americanos, refi ro-me a todos os políticos acomodados e simplistas — se desviciarem de se armarem em heróis em casa deles, brincando sozinhos aos caubóis como se ainda estivéssemos no século XX. Se Trump teve uma única boa ideia, foi a de deixar de vilifi car os russos por tudo e por nada, ao ponto de lembrar que os americanos também não são assim tão “inocentes”. Ainda leva mais na cabeça por causa disso: toma! Vale tudo menos deixar arrefecer a abençoada Guerra Fria.

Público • Quinta-feira, 18 de Maio de 2017

Cada vez mais crianças sofrem as consequências da violência entre os pais

Casos de exposição a estes comportamentos foram os que mais aumentaram nas comissões de protecção de crianças em 2016

As situações de crianças expostas à violência entre os pais têm sido nos últimos anos as que predominam no universo das sinalizações por exposição a comportamentos que comprometem o bem-estar e o desenvolvimento da criança, que também inclui os comportamentos desviantes ou de consumos. Em 2016, houve 12.851 situações comunicadas, mais 614 do que em 2015, e mais 1989 do que em 2014. A grande maioria (67,7%) é relativa a sinalizações por violência doméstica, de acordo com dados da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens (CNPDPCJ). O impacto que esta violência do diaa-dia tem em crianças é uma das grandes preocupações de uma das 309 Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) instaladas no país, e ouvida pelo PÚBLICO ontem, dia em que começou o Encontro Nacional de Avaliação da Actividade das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens, onde será apresentada uma síntese do relatório anual de actividades.

Bebé ferido “Tivemos mais 100 processos relativos a violência doméstica. Temos agora um pouco mais de 200 processos por essa razão” num total de 270 por exposição a comportamentos negativos, “o que é dramático”, diz a presidente da CPCJ de Sintra Oriental, Sandra Feliciano. No total do universo dos comportamentos que comprometem o desenvolvimento da criança “o confl ito parental ou a violência doméstica”, diz, “sempre foi e continua a ser de mais de 70%” em Sintra Oriental. “Tínhamos muitos confl itos parentais, agora há mais violência doméstica”, esclarece. E são casos que afectam crianças muito pequenas. “Tivemos a situação de um bebé com menos de um ano que fi cou ferido no meio da agressão entre os pais. Caiu no chão e sofreu um traumatismo craniano. Teve de ser hospitalizado , diz a responsável. “Há crianças atingidas porque estão ao colo das vítimas” e são apanhadas nos movimentos de quem agride. “Um menino levou com um comando da televisão na cabeça e teve que ser assistido.” E ainda há as crianças que se metem entre os pais, para travar a situação. Outra grande preocupação, porque afecta crianças de tenra idade, acrescenta, é “o número de crianças abandonadas ou entregues a si próprias e os maus-tratos físicos” porque embora possam não estar a aumentar no total “estão a ter um crescimento enorme em crianças até aos cinco anos”. Acontece com crianças muito pequenas que ainda não estão na escola e, como tal, “estão só na dependência dos agressores”. “Não há um professor, não há acompanhamento”, porque a criança está fora do sistema escolar. Anteontem, numa apresentação prévia aos jornalistas da síntese do relatório de 2016, o presidente da CNPDPCJ, juiz conselheiro jubilado Armando Leandro, colocou a tónica na necessidade de um envolvimento de toda a comunidade, para além da escola, e isso signifi ca estar atento aos sinais o que, por sua vez, permite “uma maior capacidade de intervenção preventiva” que permita identifi car os factores de risco” e “fazer o diagnóstico das situações”, disse, defendendo “uma intervenção comunitária, quer preventiva, quer reparadora”. Nestas e noutras situações.

Arquivados e reabertos No resumo apresentado, e relativamente a 2015, “constata-se que o número de situações por exposição a comportamentos que possam comprometer o bem-estar e desenvolvimento da criança aumenta signifi cativamente”. Esse aumento tem sido constante nos últimos anos. Outra conclusão: o número de situações por negligência mantém valores semelhantes aos de 2015, mas refl ectindo um ligeiro aumento (mais 111 processos), depois de ter diminuído nos últimos dois anos. Continua a ser a segunda situação mais importante. Em contrapartida, diminuiu no último ano a frequência de “situações de perigo em que esteja em causa o direito à educação” — como insucesso ou abandono escolar — e o número de casos por maus-tratos físicos (1887 em 2016). Se o universo de processos arquivados aumentou em 2016, o que para a secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Defi ciência, Ana Sofi a Antunes, é um sinal positivo da “maior capacidade de resposta das CPCJ”, também o número de processos reabertos tem vindo a crescer. No ano passado, houve 8352 processos reabertos, depois de terem sido 8328 em 2015.  Quer isso dizer que as situações não fi cam resolvidas? O que está a falhar? “Essa é uma área sensível”, disse Ana Sofi a Antunes em resposta aos jornalistas. “Se por um lado podemos ser muito criticados por aplicar muitas medidas em meio natural de vida [mantendo a criança no seio da família] podemos também ser muito criticados pela retirada às famílias.” A reabertura do processo de uma criança “não signifi ca necessariamente que a situação que levou à abertura do processo não tenha fi cado resolvida”, acrescenta. “Pode tratar-se de uma situação que fi cou sanada e que, anos mais tarde, teve de voltar a ser acompanhada.” No panorama nacional, a CPCJ da Amadora voltou a liderar (com 1893 processos em 2016) na lista do volume processual global (que engloba os processos abertos, transitados do ano anterior e os reabertos). Sintra Oriental passou a ser a segunda maior do país, com um volume global de 1785 processos, seguida de Sintra Ocidental e de Loures, que tinha liderado em 2015. Para Sandra Feliciano, as situações que aumentam entre as crianças até aos cinco anos são as mais preocupantes. E insiste nos casos de violência doméstica que têm “um impacto tão adverso no desenvolvimento cognitivo, comportamental, social ou emocional da criança” como situações graves de maus-tratos físicos.

acordeiro@publico.pt
Público • Quinta-feira, 18 de Maio de 2017

Dos "maus hábitos" aos carros, os preços em Portugal e no mundo.

Inquérito anual do Deutsche Bank revela os preços à volta do mundo. Lisboa surge bem colocada na qualidade de vida e na maioria dos preços, excepto nos automóveis. Veja o retrato comparativo.

Tiago Freire tiagofreire@negocios.pt |

Rui Santos – infografia18 de maio de 2017 às 17:15

Lisboa está entre as grandes cidades com melhor qualidade de vida, de acordo com o relatório anual do Deutsche Bank Research sobre os preços à volta do mundo. Numa análise a mais de vinte indicadores em quase 50 cidades, veja aqueles em que Lisboa é competitiva e os que nos trazem desvantagens significativas de preços.

http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/dos-maus-habitos-aos-carros-os-precos-em-portugal-e-no-mundo?ref=DET_NoticiasRecomendadas

Finalmente milagres em barda

Coluna fidelíssima e sem dúvidas que não advenham de hesitações, que por sua vez são provocadas por insegurança – coisa que se trata com comprimidos – viveu e vive na esperança do milagre. Pensou que seria possível o Santo Padre ganhar o Festival da Canção, o Benfica presidir às Cerimónias do Centenário de Fátima e Salvador Sobral ganhar o campeonato nacional. Isso sim seria um milagre. De qualquer modo, as coisas correrem muito bem, embora se sinta uma certa desilusão por o céu não se ter rasgado e Marcelo Rebelo de Sousa descer para cima de uma azinheira, mostrando que os seus afetos não são inferiores aos da Mãe de Deus

13 de Maio foi na Cova da Iria, no Marquês de Pombal e em Kiev. Nunca tinha acontecido, sobretudo a parte de Kiev. Mas devo dizer que houve um momento em que pensei que o Papa Francisco poderia desistir e entregar tudo a Marcelo, nomeando-o, logo ali, Papa. Penso que só não o fez porque o Salvador Sobral ainda não tinha ganho a Eurovisão.

Mas este pensamento durou apenas um quase nada. Percebi depois que isso será impossível, porque o Dr. António Costa deve ter dito ao Papa Francisco que jamais chamaria Santo Padre e Sua Santidade a Marcelo, como chamou lhe chamou a ele. Não consegui medir o indignómetro de Catarina Martins ou mesmo de João Galamba com esta submissão do primeiro-ministro de um Estado laico a um líder de uma religião, mas depois lembrei-me de que Francisco foi eleito e Costa não, pelo que cautelas e caldos de galinha não faziam mal nenhum.

De qualquer modo, tendo eu tido a visão de Marcelo em cima da azinheira, penso fundar a ICAM – Igreja Católica da Aparição de Marcelo (ou abreviadamente os, ou as, marcelitas), sendo que o Dr. António Costa só será obrigado a tratar o Marcelo por Sua Afectuosidade – em contrapartida tem de lhe dar um beijinho na cara (mas um só, segundo o rito cascalense). O primeiro milagre desta nova Igreja foi o Salvador ganhar o Festival.

De resto, o dia correu como previsto para um tipo chamado Rui e para outro chamado Luís Filipe. Eu digo o previsto, porque era o que eu previa, já como Bispo da ICAM. Nós não gostamos de deixar o Espírito Santo e o Jesus em baixo, mas não podemos ter olhos só para o Salvador. Aliás se os tipos insistem em fazer uma festa no largo com o nome do tipo que expulsou os Jesuítas de Portugal, o Marquês de Pombal, vê-se logo que é malta que gosta de amesquinhar. Mas o perdão da ICAM é imenso e o afeto incomensurável.

De qualquer modo, mais uma vez avisamos os dirigentes do Benfica que eles vão todos para o inferno, mais depressa ainda do que foi o Judas traidor, porque esse, ao menos, arrependeu-se e enforcou-se numa figueira, coisa que o Luís Filipe Vieira nem sequer é capaz.

A vida está difícil, mas passado este dia, só por azar é que nas nossas vidas viveremos um igual.

Comendador Marques de Correia

COMENDADOR MARQUES DE CORREIA

http://expresso.sapo.pt/blogues/Colunadealterne/2017-05-14-Finalmente-milagres-em-barda