ESQUECIDOS – Os dez livros que faltam.

As listas dos ‘melhores’ livros de sempre são como as sondagens: valem o que valem. No top-100 da “Newsweek”, à subjectividade que qualquer escolha deste tipo sempre acarreta, juntam-se dois factores que lhe limitam o alcance e a utilidade: a desproporção de referências literárias anglófonas (81% dos títulos), que remete o resto do mundo a uma injustíssima quase inexistência, e o facto de alguns autores estarem representados por dois ou três livros. Para um europeu, é incompreensível que estejam ausentes nomes como os de Camões, Cervantes, Balzac, Eça de Queirós, Oscar Wilde, Pirandello, Pessoa, Camus, Beckett, Italo Calvino, Yasunari Kawabata, Elias Canetti, Julio Cortázar, J. M. Coetzee, Orhan Pamuk, por troca com autores menores como W. E. B. Du Bois, Ken Kesey, James Baldwin, E. B. White ou Willa Cather. Entre as grandes obras que esta lista ignora, contam-se estas dez:
Orlando Furioso, Ludovico Ariosto, 1516
Os Lusíadas, Luís Vaz de Camões, 1572
Dom Quixote, Miguel de Cervantes, 1605-1615
Tristram Shandy, Laurence Sterne, 1759-1767
Crime e Castigo, Dostoiévski, 1866
Contos, Tcheckov
A Montanha Mágica, Thomas Mann, 1924
O Homem Sem Qualidades, Robert Musil, 1943
Ficções, Jorge Luis Borges, 1944
O Quarteto de Alexandria, Lawrence Durrell, 1960

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