“Não tem sentido o estado ser dono de escola”

Um dos economistas por trás do programa social mais conhecido do Brasil, o Bolsa Família, Ricardo Paes de Barros é um dos maiores especialistas do mundo em pobreza e desigualdade. Doutor em economia pela Universidade de Chicago, PB, como é conhecido, não é um convencional “Chicago Boy”, ou seja, um economista liberal. Nos mais de 30 anos em que esteve no Instituto de Pesquisa Económica e Aplicada (IPEA), ele foi responsável por estudos focados em miséria, desigualdade e educação. Já em meados de 2015, sua carreira tomou outro rumo: ele deixou o sector público, onde actuava como subsecretário da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) desde 2011, para se dedicar exclusivamente à pesquisa sobre educação. Desde então, ele é o economista-chefe do Instituto Ayrton Senna e professor do Insper. Defensor de um sistema educacional mais igualitário, ele afirma que o Brasil é capaz de erradicar a pobreza, mas não consegue diminuir a evasão e a desigualdade educacional. Além disso, explica como a desfasagem escolar impacta o mercado de trabalho:

DINHEIRO – De que maneira a crise económica afectou o sistema educacional brasileiro?

RICARDO PAES DE BARROS – O curioso é que quando se tem uma crise económica, há um estranho impacto sobre a educação. Por um lado, existem menos recursos e menos dinheiro das famílias, ou do governo para investir na educação. Mas, por outro lado, os jovens ficam menos ansiosos para entrar no mercado de trabalho. Se a saída para o mercado de trabalho e a evasão da escola é causada, justamente, pela atracção do mercado de trabalho, em tempos de crise ele fica menos atraente. Então, faz mais sentido terminar a graduação e entrar em um mestrado. Você acaba investindo mais na educação. Como o mercado está ruim, os professores não vão pedir aumento. Então, a educação fica mais barata.

DINHEIRO – Esse comportamento é o oposto quando a economia cresce?

PAES DE BARROS – Quando a economia está superaquecida é mais difícil manter o jovem no ensino médio. Quando há uma economia crescendo muito, ela começa a buscar mão de obra por todo lado. O salário sobe e a escola fica para depois. Na hora da recessão, a pessoa pensa “se eu conseguir emprego, óptimo; caso contrário, continuo na escola”. É o momento em que as pessoas têm mais tempo para estudar. Obviamente que o período é curto. Se a crise continua, as pessoas passam a aceitar qualquer emprego.

DINHEIRO – O Brasil quer entrar na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). Os baixos índices educacionais podem ser um entrave?

PAES DE BARROS – A OCDE não requer que o Brasil atinja os níveis básicos educacionais. Acredito que a razão pela qual o Brasil não pertença à OCDE seja porque o País mantém certa distância e prefira se alinhar aos países de renda média. O que quero dizer é: o Brasil prefere liderar os países de renda média ao invés de ser o último da fila entre os países ricos. Mas, certamente, temos indicadores educacionais muito piores que todos que pertencem ao grupo. Até o México e a Turquia vão melhor do que nós. Entrar na OCDE não ajudará em nada o Brasil nesse quesito. Agora, o Brasil é um país muito curioso: temos um desempenho muito fraco em educação e não escondemos isso de ninguém. Participamos de todas as avaliações mundiais, temos todos os relatórios e sabemos em todas as casas decimais que estamos mal. É como se fizéssemos questão de ter certeza que a gente sabe.

DINHEIRO – Quais políticas públicas deveriam ser feitas para reduzir esse problema?

PAES DE BARROS – Por que vários países conseguem alcançar a meta e o Brasil não? É preciso separar, talvez, em três questões fundamentais: não há recursos para poder fazer; não sabe fazer; ou não sabe gerenciar os recursos para que seja feito. A questão que se coloca no Brasil é: será que a gente não sabe fazer educação ou não colocamos o esforço para fazer educação? O sistema todo não tem governança? Se olharmos essas questões básicas, o Brasil está se esforçando para gerar educação. Gastamos grandes recursos em educação. O Brasil investe de 5% a 5,5% do PIB em educação. Isso é muito mais quando comparado com outros países. A gente gasta igual ou mais que o Chile em percentagem do PIB. Então, temos um problema de alocar os recursos, de gerenciar.

DINHEIRO – Se o problema não é dinheiro, significa que não sabemos educar?

PAES DE BARROS – Aí o nosso sistema de monitoramente deixa muito claro. Temos lugares no Brasil que se fizessem parte da OCDE estariam muito acima da média. No Estado do Ceará, a cidade de Sobral, por exemplo, está acima da média dos padrões da OCDE. Temos vários lugares pobres no Brasil, como o Ceará, mas os indicadores no ensino fundamental são melhores que os do Rio de Janeiro. O que se percebe é que existem vários sistemas educacionais no Brasil que mostram que sabemos educar. A evidência é que não falta esforço, não falta gente que saiba fazer educação. O que está faltando, em uma visão macro, é governança. Já decidimos a educação que queremos. Temos pessoas que sabem fazer. Já mobilizamos os recursos para fazer. Por que não estamos fazendo? É porque não temos os incentivos correctos para as pessoas correctas, nas horas correctas. Os bons exemplos de escola, de rede municipal e estadual, estão aí para serem copiados.

DINHEIRO – A privatização e o modelo de PPP em escolas ajudariam a melhorar o ensino?

PAES DE BARROS – Vários países, como a Holanda e a República Tcheca, caminham cada vez mais para não ter escolas públicas. No fundo, o que queremos é uma escola que seja de boa qualidade e que se uma pessoa quiser colocar o filho dele lá, ele será aceito. O SUS é um exemplo. Se quiser acessar esse sistema, não importa muito se o hospital é público ou privado. Quem vai pagar a conta é o governo. É inevitável que a mesma coisa aconteça na educação. Não tem nenhum sentido o estado ser dono de um bando de escola. Ele tem que estar preocupado em regulamentar a qualidade, garantindo que qualquer criança seja aceita. O papel dele é de regular o preço e o custo que vai pagar, para que não seja alto. No fundo, o Pro-Uni é um pouco isso. A universidade oferece o serviço, o aluno se beneficia, a escola é privada e quem acaba pagando é o governo, na medida em que se tem uma redução dos impostos ou das contribuições sociais que a instituição irá pagar. Então, no futuro, não tem razão nenhuma o estado gerenciar individualmente professores e escolas. A função dele será mais regulamentar a qualidade e garantir o acesso de todos e pagar pelo serviço.

DINHEIRO – A crise educacional do País é mais complexa do que erradicar a pobreza?

PAES DE BARROS – Se olharmos no passado, há 15 anos, o Brasil tinha um índice de pobreza muito alto e um índice educacional fraco. Tudo apontava na direcção que íamos ser capazes de resolver o problema educacional e que a pobreza era algo mais complicado, multidimensional, portanto, mais difícil de resolver. O que acabamos mostrando é que fomos inacreditavelmente bem-sucedidos e cumprimos todas as metas de redução da pobreza em uma margem gigantesca e não fomos capazes de cumprir metas básicas do Plano Nacional de Educação, que não parecem ser metas tão ousadas assim. Então, o Brasil demonstrou uma enorme capacidade de combater a pobreza e a desigualdade, que parecem ser problemas mais complexos que o problema da educação. Enquanto isso, caminhamos de uma maneira muito lenta para resolver o problema educacional. É um pouco surpreendente essa característica do Brasil. Como um País que conseguiu enfrentar tão bem a pobreza, a subnutrição, a mortalidade infantil, tem tanta dificuldade de resolver o problema de alfabetização?

DINHEIRO – Então o programa Bolsa Família contribuiu mais para a redução da pobreza do que para combater a evasão escolar?

PAES DE BARROS – Dentro da solução da pobreza do Brasil, o programa Bolsa Família é uma parte pequena do todo. O País fez muito mais em termos de inclusão económica do pobre. Houve uma inclusão produtiva do pobre, que se engajou nas questões produtivas formais da economia, gerando aumentos salariais fantásticos para os mais pobres. Houve um aumento grande nos pequenos negócios, a renda do trabalhador melhorou. A agricultura familiar e programas apoiaram isso. A política brasileira de combate à pobreza é abrangente e complexa. O Bolsa Família, por conta das funcionalidades, manteve mais a criança na escola. Porém, em termos de aprendizado e até de redução da evasão, teve uma participação pequena.

DINHEIRO – Uma vez o sr. comentou que as escolas no Brasil não oferecem aos alunos de baixa renda oportunidades de ascensão social. Elas, de fato, reforçam as diferenças?

PAES DE BARROS – Esse é um problema bem específico da educação. Todos gostariam de viver em um mundo onde existisse menos desigualdade, mas ninguém pode ser contra a meritocracia. Então, ao final do dia, aquelas pessoas que acabam tendo um desempenho melhor, produzem mais e têm uma vida melhor, financeiramente falando. Temos de ser bastante cuidadosos como toda essa desigualdade aparece. Talvez, ela vá acompanhar essas pessoas a vida inteira. E um dos lugares onde essa desigualdade pode aparecer é na escola. A gente pode argumentar que grande parte da desigualdade que aparece na escola vem do fato de que um aluno estuda mais ou, que talvez, seja mais talentoso que o outro.

DINHEIRO – Não é isso que acontece?

PAES DE BARROS – Grande parte da desigualdade que aparece na educação, na verdade, foi criada na educação mesmo à revelia do esforço ou do talento do aluno. Por quê? Porque a família exerce um papel importante nisso. Toda família está preocupada com a educação do filho. Portanto, ela tenta ao máximo que o filho tenha um bom desempenho. Existem pais que têm mais tempo, uma formação melhor, são mais ricos, podem ajudar mais seus filhos que os outros. Então, surge a desigualdade de oportunidade, onde crianças igualmente talentosas, prontas para colocar o mesmo esforço, acabam tendo resultados diferentes, porque vêm de famílias diferentes. Um dos desafios da educação é evitar que isso aconteça. A educação quer, por um lado, que a família ajude o máximo possível as crianças a se engajar. Por outro lado, quer evitar dramaticamente que a desigualdade de uma geração seja transmitida a outra geração através da escola. A solução é relativamente simples, mas nem tão compreendida assim pela escola, que deve aproveitar toda a atenção e dedicação dos pais para, depois, condensar isso de tal maneira que, ao final do dia, todos saiam do outro lado com igualdade de oportunidades.

DINHEIRO – Para que isso aconteça, será preciso reformular o sistema educacional?

PAES DE BARROS – É preciso ser sensível à desigualdade e também ser sensível à diversidade. Tem que perceber que uma escola em um bairro pobre vai precisar de mais recursos que uma escola em um bairro não tão pobre, pois lá ele terá todo o apoio da família. Toda criança em um momento ou outro vai ter uma dificuldade de aprendizado. O que isso requer é uma escola sensível, customizada e que entenda que cada criança aprende de um jeito. Não adianta tentar tratar a educação de forma massificada, porque aí gera desigualdade. Em princípio, não é preciso grandes revoluções.

DINHEIRO – Como essa desigualdade na educação impacta no mercado de trabalho e na economia?

PAES DE BARROS – Isso vai impactar muito mais na desigualdade. Pode ter um sistema educacional que é até conectado ao mercado de trabalho, mas que não presta atenção na individualidade. Ele pode gerar, em média, óptimos trabalhadores produtivos, mas vai gerar uma enorme desigualdade. Uns ficam para trás, outros avançam mais. O que estamos discutindo é muito mais a sensibilidade da escola em não deixar ninguém para trás. Tem mais a ver com gerar desigualdades do que propriamente gerar uma massa de pessoas com alta produtividade. Então, uma coisa é a questão da igualdade, outra questão é qual é a melhor educação que é preciso dar para as pessoas.

http://www.istoedinheiro.com.br/nao-tem-sentido-o-estado-ser-dono-de-escola/

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acto sexual

Sabias que o acto sexual:

DURA APROXIMADAMENTE 8 minutos… a média de penetração do pénis na vagina é de 30 vezes por minuto, o que indica que no acto sexual existem 240 introspecções…

Uma vez que o pénis tem um tamanho médio de 15 cm em erecção, significa que durante a penetração são introduzidos 3600 cm, ou seja, 36 metros de pénis por relação sexual.

Geralmente as mulheres fazem amor (com sorte) 3 vezes por semana (isso é o dever, se não for assim preocupe) e como o ano tem 52 semanas, isto significa que em resumo, recebem 5885 metros de Pénis anualmente, ou o que é igual a quase 6 km por ano, ou seja, 1/2 km por mês.

Então minha amiga, se você não recebeu a sua quilometragem correspondente a esta altura do ano, faça o necessário para cumprir o que a ciência médica estabelece… Nota: alguns metros de mais não lhe farão mal, pelo contrário!!! Vai ajudar a perder peso e melhorar o seu humor e ritmo cardíaco. Então, vamos trabalhar.

Para minhas amigas: exijam sua quota em quilometragem e um super!!!

Para meus amigos: cumpram sua quilometragem, que se não, mudam de modelo!!…..

As 9 características que todos os pais de miúdos com sucesso têm em comum

AFP/ Getty Images

Vários estudos científicos relacionam a educação com o sucesso. E há pelo menos 9 semelhanças entre os pais de filhos que se deram bem na vida

Todos os pais querem que os seus filhos não se metam em sarilhos, tenham sucesso escolar e uma vida cheia de alegrias. Não há uma receita certa, mas várias investigações têm vindo a apontar alguns caminhos e factores que não determinam mas podem influenciar ou prever o sucesso futuro. Aqui ficam 9 coisas que pais de miúdos bem sucedidos têm em comum:

1 – Põem os miúdos a fazer tarefas

Pode não ser fácil e gerar alguma tensão familiar mas pôr as crianças a fazer algumas tarefas domésticas só lhes faz bem, além de ser uma ajudinha extra para os pais. Julie Lythcott-Haims, da Universidade de Stanford e autora do livro “Como criar um adulto“, disse numa Ted Talk: “Se os miúdos não estão a tratar da sua louça é porque alguém o está a fazer por eles. E estão a ser absolvidos não apenas do trabalho, mas também de aprenderem que o trabalho tem de ser feito e que cada pessoa deve contribuir para melhorar o que é de todos”.

Segundo a autora, as crianças que cumprem tarefas em casa tornam-se profissionais que colaboram mais com os colegas, criam mais empatia porque reconhecem o esforço necessário e são capazes de desenvolver tarefas de forma independente.

As bases desta teoria são do “Harvard Grant Study”, o mais vasto estudo longitudinal dos Estado Unidos sobre o desenvolvimento de pessoas adultas

Ao Tech Insider, Julie Lythcott-Haims explica: “Ao pô-los a fazer tarefas – pôr o lixo na rua, tratar das suas roupas – fazemos com que se apercebam de que têm de trabalhar. Devem saber que as suas vidas não se centram só neles e que pertencem a um ecossistema, a uma família ou a um local de trabalho partilhados”.

2 – Mantêm as expectativas altas

Um estudo conduzido pela Universidade da Califórnia, envolvendo 6600 crianças nascidas nos Estados Unidos em 2001 veio descobrir que as expectativas que os pais têm para os seus filhos têm um efeito considerável nas suas realizações futuras: 57% das crianças que tiveram menos sucesso tinham pais que esperassem que chegassem ao ensino superior. Mas 96% das crianças que foram bem sucedidas tiveram pais que ambicionavam que chegassem e concluíssem o ensino superior.

3 – Ensinam-lhes capacidades sociais

A simpatia e abertura para fazer amigos podem ser fundamentais para definir o sucesso dos seus filhos. Dois grupos de investigadores – da Universidade da Pensilvânia e da Universidade Duke na Carolina do Norte – avaliaram mais de 700 crianças de vários estados americanos durante o período em que frequentaram o jardim-de-infância e até aos 25 anos. O que descobriram foi uma correlação muito forte entre as capacidades sociais reveladas e praticadas no jardim-de-infância e o seu sucesso enquanto adultos duas décadas depois.

Segundo as conclusões do estudo, as crianças com mais competências sociais – que cooperam e ajudam os colegas e que parecem ter facilidade em compreender os seus sentimentos – têm uma maior probabilidade de conseguir um diploma universitário e ter um trabalho a tempo inteiro aos 25 anos do que aqueles que revelavam poucas capacidades sociais no jardim-de-infância. Os miúdos com mais limitações ao nível das capacidades sociais também revelaram uma maior probabilidade serem presos, terem problemas com álcool e de se candidatarem a habitações sociais

O que o estudo mostra é que ” ajudar as crianças a desenvolver capacidades sociais e emocionais é uma das coisas mais importantes que podemos fazer para os preparar para um futuro saudável”, diz Kristin Schubert, Diretora da publicação Robert Wood Johnson Foundation que reuniu os resultados deste estudo.

4 – Têm relações saudáveis com os filhos e parceiros

Os pais podem estar separados ou juntos mas o que importa, em nome do sucesso dos mais novos, é que mantenham relações saudáveis e positivas com eles e entre si. De acordo com um estudo da Universidade de Illinois, as crianças que vivem em ambientes de conflito, tendem a ter um futuro mais instável do que as outras.

O professor e autor do estudo, Robert Hughes, acrescenta ainda que há crianças com famílias monoparentais saudáveis que reportam muito mais sucesso no futuro do que as que têm os pais juntos mas problemas de conflito permanente entre ambos. Um ambiente calmo, de respeito e compreensão é sempre propicio a um desenvolvimento de sucesso.

Os problemas de adaptação da relação dos pais no pós-divórcio, que por vezes vem acompanhado de alguma tensão, também têm consequências negativas para as crianças, diz Robert Hughes.

Um outro estudo veio concluir que o ideal será um contacto frequente entre as crianças e os pais sem a custódia, em vez da luta ou discussão pela custódia e visitas surpresa ou esporádicas. Ter cuidado com este tipo de postura facilita a adaptação das crianças ao divórcio e, depois, à vida futura.

5 – Têm um nível educacional mais elevado

As expectativas pessoais são, muitas vezes, o reflexo das expectativas e ambições dos pais. Um estudo de 2014 da psicóloga Sandra Tang, da Universidade de Michigan, veio afirmar que as mães que acabam o secundário e a faculdade têm mais probabilidade de vir a criar filhos que sigam o mesmo caminho.

O estudo teve a participação de 14 mil crianças a frequentarem o jardim de infância entre 1998 e 2007 e concluiu que os filhos de mães adolescentes (de 18 anos ou mais novas) têm menor probabilidade de concluir os estudos secundários e superiores.

Ou seja, as aspirações educacionais dos pais têm influência sobre as aspirações dos filhos. Num estudo longitudinal feito em 2009 por pelo psicólogo Eric Dubow e que incluiu os testemunhos de 856 pessoas de zonas rurais veio descobrir-se que “o nível educacional dos pais quando as crianças têm 8 anos faz prever de forma significativa o seu sucesso educacional e profissional nos 40 anos de vida seguintes”.

6 – São pais menos stressados

De acordo com uma pesquisa recente, citada pelo Washington Post, o número de horas que as mães passam com os seus filhos – entre os 3 e os 11 anos – tem pouco impacto no futuro comportamento, bem-estar e sucesso dos miúdos. O que verdadeiramente pesa é a qualidade e calma dos momentos que partilham.

“O stress das mães, especialmente causado por problemas profissionais ou precisamente por não terem tempo para estar com os filhos, pode afetá-los de forma negativa”, diz Kei Nomaguchi, um dos autores desta pesquisa.

Chama-se contágio emocional e é o fenómeno psicológico pelo qual as pessoas “apanham” os sentimentos (mais ou menos como quem apanha um vírus ou uma constipação) e ajuda a explicar estes resultados. Da mesma forma que tendemos a partilhar os mesmos sentimentos com os nossos amigos quando estão felizes ou tristes, quando os apais estão exaustos, frustrados e em stresse, esse estado emocional pode ser transferido para os filhos

7 – Ensinam matemática aos filhos desde cedo

Em nome do sucesso dos seus filhos, não os poupe das contas

Uma análise feita em 2007 a 35 000 crianças americanas, canadianas e inglesas a frequentar o ensino pré-escolar revelou que o desenvolvimento de capacidades matemáticas pode ser altamente vantajoso para o seu futuro

“A importância primordial das capacidades matemáticas desde cedo – concretamente de começar a escola com conhecimentos dos números, da ordem dos números e outros conceitos matemáticos simples – é uma das principais conclusões do nosso estudo”, disse o coautor Greg Duncan num comunicado de imprensa sobre o tema.

“A mestria da matemática desde cedo faz prever não apenas as capacidades matemáticas, faz também prever as futuras capacidades de leitura”, acrescentou Greg Duncan.

8 – Valorizam os esforços dos seus filhos

É importante que as crianças entendam de onde vem o sucesso: do esforço e do trabalho mais do que do talento. Há já várias décadas que a psicóloga Carol Dweck, da Universidade de Stanford, tem vido a descobrir as formas como crianças (e adultos) pensam acerca do sucesso. As pesquisas e conclusões estão sintetizadas no livro “Mindset: The New Psychology of Success” e destacam-se duas formas fundamentais de pensar o sucesso:

1) Uma abordagem fixa que assume que o nosso caráter, inteligência e capacidade criativa não mudam de forma significativa, e que o sucesso é a afirmação da inteligência natural de cada um. Lutar pelo sucesso ou tentar evitar o insucesso a qualquer custo é uma forma de manter os níveis e expectativas de cada um.

2) Uma abordagem em crescimento que pressupõe o desafio e a superação. Quem a tem vê as falhas como uma forma de melhorar, evoluir e falhar menos.

A diferença entre estas duas abordagens pode estar na educação. Se os pais reagem aos sucessos dos filhos, como as boas notas, com base na sua inteligência, vão implantar neles uma abordagem fixa relativamente ao sucesso. Se, pelo contrário, os pais estimulam nos filhos a ideia de que os seus sucessos são baseados no esforço vão impulsionar o desenvolvimento de uma abordagem em crescimento.

9 – As mães trabalham

Mais do que uma tendência em crescimento, as mulheres e mães trabalhadoras são uma banalidade dos dias de hoje. E isso parece ser positivo para o sucesso das crianças.

De acordo com uma pesquisa de Harvard há benefícios significativos no facto de as crianças crescerem com mães que trabalham. Este estudo descobriu que as filhas de mães que trabalham fora de casa estudam até mais tarde e têm maior probabilidade – mais 23% do que as filhas de mães que trabalham em casa – de vir a ter um cargo profissional de supervisão e a ganhar mais dinheiro.

No caso dos filhos (rapazes) de mães que trabalham fora de casa, o estudo também revelou que tendem a realizar mais tarefas domésticas e tarefas relacionadas com os filhos – passam mais 7h30 a tratar da casa e mais 25 minutos por semana a tratar dos filhos do que os filhos de mães que não têm empregos fora.

http://visao.sapo.pt/atualidade/estudo-do-dia/2016-12-01-As-9-caracteristicas-que-todos-os-pais-de-miudos-com-sucesso-tem-em-comum

Apontamentos notáveis para ter mais sucesso no estudo

Sentar-se a estudar pode parecer uma tarefa aborrecida, e muito demorada, mas com um toque de cor e algumas novas e divertidas formas de aprender, poderá estar a caminho do sucesso nos exames.

A parte mais complicada de rever a matéria é, muitas vezes, aprender como tirar bons apontamentos ou anotações. Se não forem claros, concisos e não tiverem detalhes suficientes, pode ficar com falhas naquilo que necessita de memorizar. Melhorar a capacidade de tirar bons apontamentos pode ajudar muito no futuro, e poderá até tornar-se em algo divertido. Para além disso, é também muito útil quando se tem que estudar para os exames.

Ficam alguns truques e dicas para tornar o processo de fazer resumos mais agradável.

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Quando se trata de fazer resumos, os marcadores fluorescentes são imprescindíveis para sublinhar a informação mais importante. Datas, horários e estudos podem ser destacados com um esquema de cores, de modo a estimular visualmente o processo de revisão e estudo. As cores também ajudam a lembrar-se mais facilmente de algo, por isso, utilizar cores diferentes nos seus apontamentos pode ser uma técnica de estudo bastante útil.

Estruture as suas ideias

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Se está à procura de maneiras mais criativas para tirar apontamentos ou escrever resumos, fazer gráficos ou estruturar as suas ideias num cronograma, estas podem ser formas muito úteis de passar ideias diferentes para o papel. Além de rever toda a informação que necessita, também adiciona várias cores e imagens que ajudam no processo de aprendizagem e mantêm a mente ocupada.

Comece por escrever o tópico no centro da página e desenhe linhas para fora. Adicione informação mais específica no fim de cada linha e continue o processo até ter tudo o que necessita.

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Permitindo organizar, não só os apontamentos, mas também os seus pensamentos, post-its podem ser um bom auxiliar de estudo. Pode usá-los para criar diagramas maiores, ou apenas para resumir a informação de um determinado livro.

Podem também ser colados em qualquer lado – ajudando a aprender  e estimular ideias por onde passar, seja pela casa toda, ou até mesmo na sala de aula. Podem ser também bastante úteis para marcar páginas específicas que precise de consultar mais tarde.

Faça alguns desenhos" width=

Apesar de muitas vezes parecerem apenas  rabiscos ao acaso, está comprovado que fazer alguns desenhos ajuda na concentração e a reter informação. Juntar uma pequena ilustração ou desenho ao seu resumo pode ser uma boa forma de tornar a informação mais interessante e apelativa, ajudar a compreender coisas mais complexas e melhorar a capacidade de memorização.

Experimente usar canetas de cores diferentes para os desenhos, e faça-os de acordo com o que estiver a ler. Não é necessário ser um Picasso – é apenas um desenho que o vai ajudar no estudo.

Existem várias maneiras de tornar o estudo mais divertido e fácil de recordar. Fazendo pequenas alterações como introduzir cores diferentes ou colocar um post-it, vão tornar o estudo mais visualmente apelativo. Melhorar a capacidade de tirar apontamentos irá também contribuir para o seu sucesso nos estudos.

Comer fruta de estômago vazio !

Não tendo garantia nenhuma, de que o exposto seja totalmente correcto, ainda assim parece adequado e oportuno.

Dr. Stephen Mak trata de doentes com cancro terminal de uma forma “não ortodoxa/menos comum” e muitos pacientes recuperam.

Antes, ele usava energia Solar para eliminar a doença dos seus pacientes. Ele acredita no tratamento natural contra doenças no corpo. Vê o seu artigo abaixo.

“É uma das estratégias para curar o cancro. Ultimamente, a minha taxa de sucesso é de 80 %. Pacientes com cancro não devem morrer. A cura para o cancro já foi encontrada – está na forma como comemos fruta. Isso é, quer acredites ou não. Fico sentido pela morte de centenas de pacientes através do método convencional.

Comer Fruta

Todos nós pensamos que comer fruta significa comprar fruta, cortar e pormos nas nossas bocas. Não é assim tão fácil como pensamos. É importante saber como e quando comer as frutas.

Qual é a forma correta de comer fruta? Significa não comer as frutas depois das refeições!

Frutas devem ser comidas de estômago vazio. Se comeres fruta de estômago vazio, elas terão um papel maior na desintoxicação do teu sistema, fornecendo-te com muita energia para perderes o peso e outros bens de saúde. As frutas são os alimentos mais importantes.

Digamos que tu comes duas fatias de pão e depois uma fatia de fruta. A fatia de fruta está pronta a ir directo aos intestinos através do estômago, mas é impedida de ir devido ao pão que comeste antes da fruta. Enquanto isso, a comida toda de pão e fruta apodrece e fermenta, tornando-se em ácido. No minuto que a fruta entra em contacto com a comida no estômago e sucos digestivos, a massa inteira de comida começa a estragar o seu efeito.

Portanto, por favor, come a tua fruta de estômago vazio ou antes das refeições!

Tens ouvido pessoas a queixarem-se:

Todas as vezes que como melão, após as refeições,  o meu estômago incha; quando como uma banana, sinto vontade de correr para a casa-de-banho, etc…etc..

Na verdade, tudo isso não aparecerá se comermos fruta de estômago vazio.

A fruta mistura-se com a outra comida, apodrecendo/sendo digerida e produz gases, daí que tu inchas!

Cabelo esbranquiçado,  calvez, explosões nervosas e circos negros abaixo dos olhos, tudo isso não acontecerá se tu comeres fruta de estômago vazio.

Não tem nada de ” algumas frutas, como Laranja e Limões, são ácidas”, porque todas as frutas se tornam Alkaline no nosso corpo, de acordo com o Dr. Herbert Shelton que fez investigação a esse propósito.

Se tu aprenderes a forma correcta de comer fruta, terás o segredo da beleza, longevidade, saúde, energia, felicidade e peso normal.

Quando precisares de beber sumo de fruta, bebe apenas sumo natural de fruta, não de latas, pacotes ou garrafas. Nem vale a pena beberes sumo que tenha sido aquecido.

Não comas fruta cozida, porque não obterás os nutrientes de forma nenhuma. Somente sentirás o sabor. Cozinhar destrói todas as vitaminas.

Mas, comer a fruta por inteiro é melhor que beber o sumo.

Se tiveres que beber o sumo natural de fruta, bebe bocado a bocado e devagar, porque deves deixá-lo misturar-se com a tua saliva antes de engolires.

Podes entrar num jejum só de frutas por 3 dias,  para limpar ou desintoxicar o teu corpo.

Apenas come fruta e bebe sumo natural de fruta por 3 dias. Estarás surpreendido quando os teus amigos te disserem o quão radiante pareces!

Frutas

Kiwi: pequena mas poderosa. É uma boa fonte de potássio, magnésio, vitamina E & Fibra. Contém duas vezes mais vitamina C do que a Laranja.

Maçã: Uma maçã por dia previne a vinda do doutor. Embora a maçã tenha uma quantidade pequena de vitamina C, ela tem antioxidantes & flavonóides que fortificam o efeito da vitamina C assim, ajudando a reduzir o risco do cancro do Cólon, ataques cardíacos e tromboses.

Morango: Fruta protectora; morango tem o conteúdo mais alto do efeito de antioxidantes entre grandes frutas e protege o corpo de causadores do cancro, entupimento dos vasos sanguíneos e sem radicais.

Laranja: a medicina mais doce. Comer 2-4 Laranjas por dia pode ajudar a prevenir a constipação, baixar o colesterol, prevenir e dissolver pedras nos rins assim também como diminuir o risco de cancro do Cólon.

Melão: O mais fresco a saciar a sede. Composto de 92% água, e também composto por uma grande dose de glutathione, que ajuda a reforçar o nosso sistema imunitário. Também é uma fonte chave de lycopene – o oxidante que combate o cancro. Outros nutrientes que se encontram no melão são, a vitamina C & o Potássio.

Goiaba & Papaia: Lideram no conteúdo de  vitamina C. Elas são as campeãs pelos seus grande conteúdos em vitamina C.

A Goiaba é também rica em fibra, que ajuda na prevenção da constipação/congestão.

Papaia é rica em caroteno; que é bom para os olhos.

Beber água ou bebidas geladas depois das refeições = Cancro, acreditas nisso? Para aqueles que gostam de beber água ou bebidas geladas, este artigo é aplicável para eles.

De qualquer modo, a água gelada ou bebidas irão solidificar o conteúdo oleoso que acabaste de ingerir. Abrandará a digestão. Uma vez que esse ‘lodo’ reagir com o ácido, ele quebra-se-a e será absorvido pelos intestinos mais rápido do que a comida sólida. Aninhar-se-á nos intestinos, e muito brevemente tornar-se-á em gordura e levará ao cancro!

Melhor é beber sopa ou água quente depois das refeições.

Vamos ser cuidadosos e conscientes. Quanto mais soubermos, mais chances teremos de sobreviver.

Um cardiologista diz:

“Se todos aqueles que lerem esta mensagem mandarem para mais pessoas, poderão estar certos de que salvaremos vidas”.

Permitir ou bloquear definições de conteúdo para determinados sites

    É possível definir exceções às suas definições de conteúdo (como plug-ins, JavaScript e notificações) para Websites específicos. Saiba mais acerca de como alterar as suas definições de conteúdo.

    Sem alterar as suas definições predefinidas, é possível adicionar uma exceção à predefinição para um Website ou um domínio específicos. Por exemplo, por predefinição, o Chrome permite que os cookies guardem dados locais dos sites. Contudo, se não confiar num site, pode adicionar uma exceção para bloquear os cookies apenas naquele site.

    Para adicionar uma exceção às suas definições de conteúdo, siga estes passos:

  • No computador, abra o Chrome.

  • Na parte superior direita, clique em Mais Mais e depois Definições.

  • Na parte inferior, clique em Mostrar definições avançadas.

  • Em “Privacidade”, clique em Definições de conteúdo.

  • No tipo de conteúdo ou de autorização que pretende atualizar, clique em Gerir exceções.

    • Em “Padrão do nome de anfitrião”, introduza o endereço Web para o qual pretende criar uma exceção.

      • Para criar exceções para um domínio completo, insira [*.] antes do nome do domínio. Por exemplo, [*.]google.com corresponde a drive.google.com e a calendar.google.com.

      • Também pode especificar um endereço IP, um endereço IPv6 ou um URL não HTTP.

    • Em “Comportamento”, selecione Permitir ou Bloquear.

      Também pode remover exceções de que já não precisa. Aponte para o site ou o domínio e, em seguida, clique em Remover X > Concluído.

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      Pré-escolar: acesso universal aos três anos confirmado para 2019

      Vamos ver o que acontece, se for igual ao ano escolar em curso…

      Parlamento aprova recomendações ao Governo. Ministério da Educação vai alterar lei para inscrever a meta com a qual se comprometeu no seu programa.

      Dois dos três diplomas que recomendam ao Governo a universalização da educação pré-escolar aos três anos — garantindo que todas as crianças desta idade têm lugar nos jardins-de-infância — foram nesta sexta-feira aprovados no Parlamento. Pelo caminho ficou o projecto de resolução do CDS que também previa que a frequência do pré-escolar por crianças de cinco anos se tornasse obrigatória. Só o PAN votou ao lado dos centristas.

      A esquerda uniu-se na aprovação do projecto de resolução do PCP — que teve o voto contra de PSD e CDS — que recomenda que seja garantido o acesso ao pré-escolar a todas as crianças de quatro e cinco anos e que o Governo “implemente a universalidade” para os três anos até ao fim da legislatura. O mesmo diploma prevê ainda que seja feito o levantamento das carências dos equipamentos e da rede.

      Dois dos três diplomas que recomendam ao Governo a universalização da educação pré-escolar aos três anos — garantindo que todas as crianças desta idade têm lugar nos jardins-de-infância — foram nesta sexta-feira aprovados no Parlamento. Pelo caminho ficou o projecto de resolução do CDS que também previa que a frequência do pré-escolar por crianças de cinco anos se tornasse obrigatória. Só o PAN votou ao lado dos centristas.

      A esquerda uniu-se na aprovação do projecto de resolução do PCP — que teve o voto contra de PSD e CDS — que recomenda que seja garantido o acesso ao pré-escolar a todas as crianças de quatro e cinco anos e que o Governo “implemente a universalidade” para os três anos até ao fim da legislatura. O mesmo diploma prevê ainda que seja feito o levantamento das carências dos equipamentos e da rede.

      Ao PÚBLICO, o ME indicou que a lei de 2015 que universalizou o acesso às crianças de quatro anos, e onde se recomendava uma calendarização da extensão desta medida aos mais novos, vai ser “adequada” ao que o programa do Governo estabelece no que se refere ao alargamento da universalidade da educação pré-escolar aos três anos de idade. Esta lei, que foi aprovada por iniciativa do anterior Executivo, não chegou a ser regulamentada pelo actual, mas o ME defende que o despacho de matrículas em vigor para este ano tornou dispensável aquele mecanismo, uma vez que através dele se concretizou a universalização do pré-escolar aos quatro anos já neste ano lectivo.

      Inicialmente, o ministro Tiago Brandão Rodrigues indicou que a universalidade da pré-escolar aos quatro anos só avançaria a partir de 2018, mas quando fez este anúncio, em Abril passado, já tinha sido publicado o despacho de matrículas relativo a este ano lectivo,  assinado pela Secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, que tornou efectiva aquela medida já a partir de Setembro de 2017. Segundo o ME, esta execução substitui a regulamentação da lei.

      No seu projecto de resolução, o CDS também recomendava uma alteração à Lei de Bases do Sistema Educativo (LBSE), de modo a tornar obrigatória a educação pré-escolar aos cinco anos de idade. Na quinta-feira, a maioria parlamentar já indicara que não estava disponível para uma alteração da LBSE.

      Ao contrário do que se passa na escolaridade obrigatória, a frequência da pré-escolar não é obrigatória. Mas ao estipular a universalidade deste nível de ensino o Estado fica obrigado a “garantir a existência de uma rede de educação pré-escolar que permita a inscrição de todas as crianças por ela abrangidas e de assegurar que essa frequência se efectue em regime de gratuitidade”.

      Garantia da educação pré-escolar baixa dos 5 para os 4 anos

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      Para o efeito, o Estado conta também com as mais de mil Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), com quem os ministérios da Educação e da Solidariedade Social têm acordos, com uma oferta de cerca de 84 mil vagas, 30% do total.

      Em 2014/2015, último ano para o qual há dados publicados, a taxa de pré-escolarização (percentagem de crianças que frequentam aquele nível de ensino em relação ao total da mesma faixa etária) era de 78,7% aos três anos, de 90,3% aos quatro anos e de 96,5% aos cinco.

      PCP diz que lei não tem sido cumprida.

      https://www.publico.pt/2017/03/24/sociedade/noticia/preescolar-acesso-universal-aos-tres-anos-confirmado-para-2019-1766326