Bilionários do mundo RANKING DE 2018

Segundo a Revista Forbes

https://www.forbes.com/billionaires/list/#version:static

Anúncios

Como seria o resgate das crianças se a gruta fosse em Portugal

“Não custa nada imaginar o que seria o resgate se a gruta fosse em Portugal.

DIA 1

– O presidente da autarquia diz que “estão a ser feitos todos os esforços” para salvar as vítimas e pede mais apoio para “o interior esquecido e ostracizado”.

DIA 3

– Na dependência directa do ministro da Administração Interna, é constituída a CEPPCORV (Comissão de Especialistas Para o Planeamento e Coordenação da Operação de Resgate às Vítimas).

– O líder da oposição exige a demissão imediata do ministro da Administração Interna e do comandante da Protecção Civil.

– A CMTV anuncia que “4 rapazes já morreram”.

DIA 5

– Um jovem empresário lança uma campanha no Facebook para recolha de donativos para a construção de um mini-submarino.

– O jornalista da CMTV é agredido pela população furiosa.

DIA 7

– O presidente da República monta uma tenda em frente à entrada da gruta.

– Marques Mendes, na TVI, voluntaria-se para as operações de salvamento: “eu consigo passar na fenda mais estreita”. – Nas redes sociais prosseguem os apelos e manifestações de solidariedade: “a melhor equipa”, “a equipa mais corajosa”, “estamos convosco”. Os rapazes continuam lá dentro.

DIA 10

– A CEPPCORV, ao cabo de uma semana de trabalho duro, conclui que a solução tecnicamente mais eficaz é esperar que a água saia.

DIA 12

– Apesar dos apelos, dos minutos de silêncio e dos vários especialistas, é anunciada oficialmente a morte de todas as vítimas.

– O primeiro-ministro interrompe as férias e, numa curta declaração, informa que as famílias terão direito a uma indemnização de 375 euros por cada filho perdido.

DIA 15 – O jovem empresário da campanha de donativos compra um BMW novo.”

Bruno Santos

A gargalhada de Salazar

· Helena Matos (Observador)

Portugal é uma espécie de Pátio das Cantigas agora na versão Parque da Bela Vista. No cemitério de Santa Comba a esta hora ressoa uma gargalhada escarninha.

No palco do Rock in Rio, o presidente da República canta. O primeiro-ministro dança. O presidente da Assembleia da República pula. A dirigente do Bloco de Esquerda acompanha o ritmo. O presidente da CML revela-se um verdadeiro animador de palco…

Nenhum deles quer ficar para trás. Todos sabem que o limite para aquela actuação é aquele que o Presidente estabelecer… E no palco Marcelo indubitavelmente ganha a todos  pois ultrapassa pelo desconcerto do populismo qualquer veleidade que a frente de esquerda tivesse de o cercar (no palco real da Bela Vista, Catarina Martins parece uma figurante ao lado de Marcelo).

Mas se a táctica funciona às mil maravilhas, como estratégia é uma armadilha: o Presidente está refém da sua popularidade. Não ousará nada que belisque o coro de palmas com que está habituado a ser recebido. E tal como acontecia antigamente com as flores nos camarins das vedetas também as palmas se têm de renovar no palco dos políticos.

As personalidades que antes iam institucionalmente a alguns espectáculos e noutros eram avistadas enquanto público tornaram-se agora elas mesmas no centro do espectáculo.

Morre um cantor? Eles cantam e o seu canto é a notícia.

Joga a selecção? Eles pulam e o seu pulo torna-se espectáculo.

Eles celebram-se a si mesmos através dos outros. Todas as semanas “as  personalidades” ou “as mais altas figuras da nação” como escrevem uns desconcertados jornalistas apresentam constantemente  novas performances.

Afinal o espectáculo não pode parar porque se isso acontecesse podíamos perguntar: quem foi responsabilizado no relatório sobre o roubo de armas em Tancos? O que é que isso interessa? Toca mas é a cantar porque quem canta seus males (e seus medos) espanta: “Que saudades eu já tinha/Da minha alegre casinha/ Tão modesta como eu” ( o link segue para a versão original porque nestas coisas a origem conta)…

Quando é que o ministro da Educação abandona o estado de holograma e responde pelas consequências de não ser capaz de controlar o monstro que libertou ao franchisar o ministério a Mário Nogueira?

E para quando uma explicação sobre a alteração dos critérios da avaliação do exame de Matemática? Não se sabe mas à cautela o ministro aposta na assistência a jogos de futebol. E qual é o problema disso enquanto nos ecrans o primeiro-ministro balançar como quem se embala  ao ritmo do “Como é bom meu Deus morar/ Assim num primeiro andar/ A contar vindo do céu” na versão rokeira?…

Os outrora tão criticados espectáculos da política e a política-espectáculo deram lugar a algo completamente diferente e muito mais perigoso: o espectáculo enquanto forma de preencher o vazio da política.

Sintomática e reveladora desta mudança foi a resposta de Marcelo Rebelo de Sousa a Donald Trump sobre a possibilidade de Cristiano Ronaldo ser candidato à Presidência da República: “Portugal não é bem os Estados Unidos da América” — respondeu Marcelo a Trump e logo Lisboa foi unânime, em Portugal, nação secular, os jogadores de futebol não podem ser candidatos à Presidência da República.

A miracle?

According to the Bible Jesus was born in Bethlehem in Palestine, a country where people are called Mohammed, Abdul, Mounir, Aziz, Ahmed, Farid, Omar, Youssouf, Mouloud, etc…
And yet he managed to find 12 friends called John, Peter, Paul, Phillip, Mark, Thomas, Luke, Mathew, Andrew and Simon… who all drank wine
That’s what I call a miracle!!!

A trapeira do Job

José António Barreiros, advogado

Isto que eu vou dizer vai parecer ridículo a muita gente.

Mas houve um tempo em que as pessoas se lembravam, ainda, da época da infância, da primeira caneta de tinta-permanente, da primeira bicicleta, da idade adulta, das vezes em que se comia fora, do primeiro frigorífico e do primeiro televisor, do primeiro rádio, de quando tinham ido ao estrangeiro.

Houve um tempo em que, nos lares, se aproveitava para a refeição seguinte o sobejante da refeição anterior, em que, com ovos mexidos e a carne ou peixe restante, se fazia “roupa velha”. Tempos em que as camisas iam a mudar o colarinho e os punhos do avesso, assim como os casacos, e se tingia a roupa usada, tempos em que se punham meias-solas com protectores. Tempos em que ao mudar-se de sala se apagava a luz, tempos em que se guardava o “fatinho de ver a Deus e à sua Joana”.

E não era só no Portugal da mesquinhez salazarista. Na Inglaterra dos Lordes, na França dos Luíses, a regra era esta. Em 1945 passava-se fome na Europa, a guerra matara milhões e arrasara tudo quanto a selvajaria humana pode arrasar.

Houve tempos em que se produzia o que se comia e se exportava. Em que o País tinha uma frota de marinha mercante, fábricas, vinhas, searas.

Veio depois o admirável mundo novo do crédito. Os novos pais tinham como filhos uns pivetes tiranos, exigindo malcriadamente o último modelo de mil e um gadgets e seus consumíveis, porque os filhos dos outros também tinham. Pais que se enforcavam por carrões de brutal cilindrada para os encravarem no lodo do trânsito e mostrarem que tinham aquela extensão motorizada da sua potência genital. Passou a ser tempo de gente em que era questão de pedigree viver no condomínio fechado, e sobretudo dizê-lo, em que luxuosas revistas instigavam em couché os feios a serem bonitos, à conta de spas e de marcas, assim se visse a etiqueta, em que a beautiful people era o símbolo de status como a língua nos cães para a sua raça.

Foram anos em que o Campo se tornou num imenso ressort de Turismo de Habitação, as cidades uma festa permanente, entre o coktail party e a rave. Houve quem pensasse até que um dia os Serviços seriam o único emprego futuro ou com futuro.

O país que produzia o que comíamos ficou para os labregos dos pais e primos parolos, de quem os citadinos se envergonhavam, salvo quando regressavam à cidade dos fins de semana com a mala do carro atulhada do que não lhes custara a cavar e às vezes nem obrigado.

O país que produzia o que se podia transaccionar, esse, ficou com o operariado da ferrugem, empacotados como gado em dormitórios, e que os víamos chegar mortos de sono logo à hora de acordarem, as casas verdadeiras bombas-relógio de raiva contida, descarregada nos cônjuges, nos filhos, na idiotização que a TV tornou negócio.

Sob o oásis dos edifícios em vidro, miragem de cristal, vivia o mundo subterrâneo de quantos aguentaram isto enquanto puderam, a sub-gente. Os intelectuais burgueses teorizavam, ganzados de alucinação, que o conceito de classes sociais tinha desaparecido. A teoria geral dos sistemas supunha que o real era apenas uma noção, a teoria da informação substituía os cavalos-força da maquinaria pelos megabytes de RAM da computação universal. Um dia os computadores tudo fariam, o Ser-Humano tornava-se um acidente no barro de um oleiro velho e tresloucado que, caído do Céu, morrera pregado a dois paus, e que julgava chamar-se Deus, confundindo-se com o seu filho e mais uma trinitária pomba.

Às tantas, os da cidade começaram a notar que não havia portugueses a servir à mesa, porque estávamos a importar brasileiros, que não havia portugueses nas obras, porque estávamos a importar negros e eslavos.

A chegada das lojas-dos-trezentos já era alarme de que se estava a viver de pexibeque, mas a folia continuava. A essas sucedeu a vaga das lojas chinesas, porque já só havia para comprar «balato». Mas o festim prosseguia e à sexta-feira as filas de trânsito em Lisboa eram o caos e até ao dia quinze os táxis não tinham mãos a medir.

Fora disto, os ricos, os muito ricos, viram chegar os novos ricos. O ganhão alentejano viu sumir o velho latifundário absentista pelo novo turista absentista com o mesmo monte mais a piscina e seus amigos, intelectuais, claro, e sempre pela reforma agrária, e vai um uísque de malte, sempre ao lado do povo, e já leu o New Yorker?

A agiotagem financeira, essa, ululava. Viviam do tempo, exploravam o tempo, do tempo que só ao tal Deus pertencia, mas, esse, Nietzsche encontrara-o morto em Auschwitz. Veio o crédito ao consumo, a Conta-Ordenado, veio tudo quanto pudesse ser o ter sem pagar. Porque nenhum Banco quer que lhe devolvam o capital mutuado, quer é esticar ao máximo o lucro que esse capital rende.

Aguilhoando pela publicidade enganosa os bois que somos nós todos, os Bancos instigavam à compra, ao leasing, ao renting, ao seja como for desde que tenha e já, ao cartão, ao descoberto-autorizado.

Tudo quanto era vedeta deu a cara, sendo actor, as pernas, sendo futebolista, ou o que vocês sabem, sendo o que vocês adivinham, para aconselhar-nos a ir àquele Balcão bancário buscar dinheiro, vendermos-nos ao dinheiro, enforcarmos-nos na figueira infernal do dinheiro. Satanás ria. O Inferno começava na terra.

Claro que os da política do poder, que vivem no pau de sebo perpétuo do fazer arrear, puxando-os pelos fundilhos, quantos treparam para o poder, querem a canalha contente. E o circo do consumo, a palhaçada do crédito servia-os. Com isso comprávamos os plasmas mamutes onde eles vendiam à noite propaganda governamental e, nos intervalos, imbelicidades e telefofocadas, que entre a oligofrenia e a debilidade mental a diferença é nula. E, contentes, cretinamente contentinhos, os portugueses tinham como tema de conversa a telenovela da noite, o jogo de futebol do dia e da noite e os comentários políticos dos “analistas” que poupavam os nossos miolos de pensarem, pensando por nós.

Estamos nisto.

Este fim-de-semana a Grécia pode cair. Com ela a Europa.

Que interessa? O Império Romano já caiu também e o mundo não acabou. Nessa altura, em Bizâncio, discutia-se o sexo dos anjos. Talvez porque Deus se tivesse distraído com a questão teológica, talvez porque o Diabo tenha ganho aos dados a alma do pobre Job na sua trapeira. O Job que somos grande parte de nós.

10 Maneiras Que Médicos e Enfermeiros Previnem Doenças

Médicos e enfermeiros entram em contato com mais pessoas doentes do que qualquer outro profissional, mas raramente ficam doentes. Assim como nós, eles têm um trabalho duro e estressante, mas não podem se dar ao luxo de pegar doenças. Então, como eles fazem para prevenir? Além de lavar as mãos depois de receber cada paciente, eles têm outros truques simples, e hoje nós te convidamos a aprender 10 deles para ficar o mais saudável possível ao longo do ano.

como evitar doenças

1. Eles não colocam a mão o rosto

Normalmente, a transmissão de doenças é feita através das mãos, nariz, olhos e boca, afirma Nicoleta Constantin, enfermeira de vários hospitais da Carolina do Norte. Não tocar o rosto virou um hábito, e quando ela precisa coçar o nariz ou qualquer outra parte do corpo, ela usa um tecido ou seu antebraço. Além disso, o Dr. Louis J. Morledge, de Nova York, observa que, se você gosta de roer as unhas, deve se esforçar ao máximo para acabar com esse hábito desagradável – existem diversas bactérias debaixo das unhas e colocá-las em sua boca é uma maneira infalível de permitir que elas entrem em seu organismo.

2. Eles mantêm uma boa higiene, mesmo após o horário de trabalho

Os médicos e enfermeiros estão acostumados a lavar as mãos após o contato com os pacientes, e mantêm o hábito mesmo após o horário de trabalho, quando não entram em contato com outras pessoas. “Existem muitas bactérias desagradáveis na academia”, diz Jocelyn Freeman, uma enfermeira do Arizona. Ela sempre lava as mãos com água e sabão assim que chega em casa. Vale lembrar que o desinfetante para as mãos não elimina as bactérias sozinho; ele reduz o número de micróbios, mas não os eliminam. Além disso, ela recomenda limpar a alça do carrinho de compras com um lenço umedecido antibacteriano. Um estudo publicado em 2012 mostrou que 72% dos carrinhos de compras continham bactérias nocivas, das quais 51% são bactérias E. coli.

como evitar doenças

3. Eles evitam o açúcar

“Pessoalmente, eu me sinto melhor e evito doenças quando evito a ingestão de açúcar”, diz Michelle Katz, enfermeira e autora do livro Healthcare Made Easy. Recomenda-se que, pelo menos durante o inverno, quando o efeito é maior, você evite doces e açúcares o máximo possível, porque o açúcar impede que os glóbulos brancos “sufoquem” as bactérias e os vírus que prejudicam nossos corpos. Segundo Katz, para mulheres é recomendado consumir menos de 6 colheres de chá de açúcar por dia, e homens menos de 9 colheres de chá de açúcar. Para comparação, uma lata de refrigerante comum contém cerca de 10 colheres de chá de açúcar.

4. Eles procuram ficar ao ar livre o máximo possível

Em um hospital – um lugar onde o ar é geralmente cheio de bactérias – o ar livre se faz necessário, pois faz as pessoas se sentirem bem e respirarem um ar mais puro. Claire Schuster, enfermeira de um hospital de Nova York, observa que, quando pega o ônibus para casa, desce uma parada antes da mais próxima a sua casa, pois assim consegue respirar outros ares e caminhar. “Este é um hábito importante, mesmo que você se sinta exausto depois de um longo dia de trabalho”, diz ela.

De acordo com um estudo realizado na Appalachian State University, uma caminhada de 30 a 45 minutos aumenta o número de células imunológicas que se movem no sangue, reduzindo o risco de adoecer em 40%, e se você evita sair em dias frios, saiba que o motivo pelo qual muitos de nós adoecemos no inverno não é necessariamente devido ao tempo frio, mas ao fato de que passamos mais tempo em espaços fechados por causa disso. É claro que você não precisa sair se estiver congelando, mas deve arejar sua casa com frequência para garantir que o ar circule bem.

como evitar doenças

5. Eles limpam coisas que outras pessoas não pensam em limpar

Quando foi a última vez que limpou a sua máquina de lavar roupa? “Bactérias gostam de lugares quentes, escuros e úmidos, então sua máquina de lavar pode abrigar germes, especialmente com o tempo”, afirma Shawn Westadt Mueller, diretor de prevenção e controle de infecção do Medstar Union Memorial Hospital, em Baltimore. Seu conselho é derramar 2 colheres de sopa de vinagre branco no compartimento do amaciante e executar a máquina em um ciclo sem roupas.

6. Eles aproveitam seus dias de férias

Todos nós precisamos de tempo para relaxar e nos recuperar de qualquer coisa que possa nos ameaçar. Claire Schuster afirma que, durante suas férias, ela evita o máximo possível de estresse e cansaço, e até mesmo um estudo feito na Finlândia apoia essa prática. Segundo o estudo, o desgaste do trabalho está diretamente associado ao aumento do risco de doenças. Infelizmente, a maioria de nós não aproveita todos os nossos dias de férias. Se seu trabalho permitir, você pode distribuir suas férias ao longo do ano e sair a cada poucos meses, fazendo algo diferente e novo para te ajudar a recuperar as forças e saúde.

como evitar doenças

7. Eles consomem probióticos

Cerca de 60-70% da nossa atividade do sistema imunológico ocorre nos intestinos, e como Alexander Rinehart, um nutricionista certificado gosta de dizer: “Seu intestino é uma barreira entre o mundo externo e o mundo interno de seu corpo”. Esta barreira é coberta de bactérias saudáveis que previnem infecções. Essas bactérias amigáveis nos ajudam a quebrar a comida e também previnem doenças dos alimentos que elas quebram antes de serem absorvidas pelo corpo. Em muitos estudos, verificou-se que suplementos probióticos ajudam a prevenir resfriados, mas além de consumir probióticos em forma de pílula, existem muitas maneiras diferentes de fazê-lo, como através de sua comida.

8. Eles tratam a parte mental também

Fazer terapia e escrever um diário são algumas das maneiras pelas quais Ashley Leak Bryant, PhD em Enfermagem e professora assistente na Escola de Enfermagem da UNC em Chapel Hill, ajuda a libertar a mente do estresse de seu trabalho, bem como ansiedades e medos que vêm junto com ele. Ashley trabalha em um departamento que trata pacientes com câncer e enfrenta vários desafios difíceis todos os dias. Ela diz que esses hábitos são vitais para ela e muitos estudos confirmam isso. De acordo com um estudo da Universidade do Texas, usar um diário ajuda a fortalecer as células do sistema imunológico, e outro estudo mostrou que a mesma ação também pode reduzir os sintomas de asma e artrite reumatoide.

como evitar doenças

9. Eles fazem exercícios moderados

“Depois de um exercício moderado a intenso – por exemplo, correndo por 40 a 60 minutos sem parar – há um espaço de 72 horas durante as quais seu corpo está se recuperando, e esse é um momento em que as pessoas ficam suscetíveis a adoecer”, diz o Dr. Scott Weiss, que tratou atletas na NFL, NHL, WNBA, e fez parte da equipe de medicina esportiva nos Jogos Olímpicos de Atenas e Pequim.

Um estudo realizado na Appalachian University descobriu que esforço extremo aumenta as chances de atletas que sofrem de doenças relacionadas ao trato respiratório superior, devido ao aumento da secreção de hormônios epinefrina (adrenalina) e cortisol, que causam alterações no funcionamento do sistema imunológico. Se você se exercita regularmente, evite exercitar o corpo 72 horas após o término de um exercício difícil e árduo ou pratique exercícios leves que também possam fortalecer seu sistema imunológico.

10. Eles são otimistas

Isso pode parecer banal, mas uma abordagem otimista pode realmente fortalecer o sistema imunológico. Em um estudo publicado em 2006, os pesquisadores deram gotas nasais de influenza a 193 participantes, entre as idades de 21 a 55 anos, e descobriram que as pessoas mais otimistas ficaram muito menos doentes do que as que eram pessimistas, e até se recuperaram mais rápido. O otimismo também ajudou Paige Roberts, uma enfermeira, e diretora da enfermaria cirúrgica em um hospital em Nova York, que no final de cada dia de trabalho escreve, juntamente com as outras enfermeiras, coisas boas que aconteceram a eles naquele dia em um caderno conjunto.

Depois de quatro anos fazendo isso, Paige e sua equipe escreveram cerca de 7 mil coisas boas que aconteceram com eles. “Quanto mais você reflete sobre coisas positivas, mais você as vê”, diz Roberts. Se você não quiser ou puder fazer isso em grupo, tomar notas mentais de coisas boas que aconteceram com você todos os dias é mais que suficiente. Isso te ajudará a manter uma atitude mais otimista e a adoecer menos.

http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=11769