A SMS para os maridos…

Um grupo de mulheres reuniu-se num seminário com o título «Sobre como melhorar a sua vida conjugal».

Em fase introdutória, foi-lhes questionado: “Quais de vós ainda amam os seus maridos?”

– Todas levantaram a mão!

De seguida foram inquiridas sobre qual a última vez que teriam dito aos seus maridos que o amavam.

– Algumas responderam “Hoje”, outras “Ontem”. A maioria não se recordava!

Por fim, fizeram um teste e pediram-lhes que todas agarrassem no respectivo telemóvel e enviassem uma SMS aos seus maridos dizendo

“Amo-te muito Querido.”

Depois, foi-lhes pedido que mostrassem as respostas dos respectivos maridos. Estas foram algumas das respostas:

§  –  Mãe dos meus filhos! Tu estás bem??

§  –  Que foi? Bateste com o carro outra vez?

§  –  Que fizeste agora? Desta vez não te perdoo!

§  –  Que queres dizer?

§  –  Não andes com rodeios, diz-me só de quanto precisas.

§  –  Estarei a sonhar?

§  –  Se não me dizes para quem era este sms, juro que te mato!

E a melhor de todas:

&–  QUEM ÉS?

Tragédia de Pedrógão: O que já sabemos e o que ainda falta saber.

Não é do interesse das companhias de seguros, que as causas sejam de origem natural e dos equipamentos, pois se for de origem criminosa, nem o Pôncio Pilatos lavarias as mãos tão depressa do assunto.

“Continua a ser demasiado aquilo que não se sabe sobre o que correu mal no incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande e alastrou aos municípios vizinhos, provocando 64 mortos e 254 feridos. O 11.º fogo mais mortal no mundo desde 1990 deixou ainda 150 famílias desalojadas.

Natália FariaNatália Faria  23 de Junho de 2017, 1:08


O IPMA emitiu algum aviso sobre a probabilidade agravada de ocorrência de incêndios florestais?

Sim. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) emitiu um aviso meteorológico sobre o risco muito elevado de incêndio florestal para a zona de Pedrógão Grande (e para outras regiões do país) quatro dias antes do incêndio. O alerta foi lançado por causa das altas temperaturas e baixos níveis de humidade previstos para esta região. A trovoada também fazia parte das previsões do IPMA que levaram ao alerta sobre o elevado risco de incêndio, mas não foi referida no aviso meteorológico feito para esta e outras regiões do país. Porém, segundo um esclarecimento enviado na quarta-feira pelo presidente do IPMA, Miguel Miranda, ao primeiro-ministro, “os níveis de avisos emitidos estavam de acordo com as regras fixadas entre o IPMA e a ANPC [Autoridade Nacional de Protecção Civil] ”.

Como e onde começou o incêndio?

A cronologia da ANPC aponta as 14h43 como a hora a que foi recebido o primeiro alerta para um incêndio rural em Escalos Fundeiros, uma localidade de Pedrógão Grande. Menos de 24 horas depois, a Polícia Judiciária (PJ) apontou a árvore onde terá ocorrido a descarga eléctrica que desencadeou o fogo, afastando desde cedo a possibilidade de origem criminosa. É relativamente fácil aos peritos na investigação de fogos determinarem a sua origem, como explicou um destes responsáveis ao PÚBLICO. A árvore atingida pelo raio, que não arde dada a velocidade da descarga, tem de apresentar marcas de enegrecimento e o solo em volta fica “recozido, arenoso, como que vitrificado”. Esta tese, porém, já foi contrariada pelo presidente da Liga dos Bombeiros, Jaime Marta Soares, que alega ter fundamentos para acreditar em “mão criminosa”. A PJ vai ouvir este responsável e prosseguir com a investigação às causas do fogo.

Houve condições meteorológicas adversas que condicionaram a propagação do incêndio?

Sim. Independentemente de o incêndio ter ou não começado pela descarga eléctrica de trovoada seca, a alta temperatura e baixos níveis de humidade (33,3 graus Celsius e uma humidade de 20%) que se fizeram sentir nesta região funcionaram como combustível para o fogo, ajudando na (rápida) propagação das chamas.

Há alguma explicação geofísica para a forma anómala como o fogo se propagou?

Além das altas temperaturas, baixa humidade e do facto de a região estar colonizada por espécies altamente inflamáveis (como pinheiros bravos e eucaliptos), o IPMA levanta ainda a hipótese de ter ocorrido um fenómeno meteorológico chamado downburst durante o incêndio e que pode ter acelerado a sua propagação. Trata-se de uma massa de ar descendente, que chega até ao solo e se espalha de forma radial, causando ventos fortes. Uma vez chegada ao chão, essa descarga de ar dispara para todas as direcções. Parece um tornado, mas não é. A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, também adiantou que “a própria dinâmica do incêndio provocou ventos convectivos e fez aquilo que os especialistas chamam incêndio eruptivo, ou seja, faz uma espécie de um tornado de vento em que lança bolas de fogo, aliás muitos populares descreviam isso mesmo: como se tivesse havido um furacão, um tornado com bolas de fogo e a uma velocidade absolutamente estonteante”.

Como foi a primeira reacção ao incêndio? Por que é que, havendo um aviso prévio para o risco de incêndio e tendo o alerta sido dado às 14h43, mais de cinco horas depois, às 20h de sábado, só estavam 180 bombeiros no local e dois meios aéreos?

Não há, por enquanto, uma resposta directa a esta questão. O presidente da ANPC, Rui Esteves, tem-se mantido em silêncio. A ministra Constança Urbano de Sousa já admitiu que pode ter havido por parte da ANPC uma “subvalorização” dos alertas. “A elevação do alerta de prontidão é algo que temos que avaliar de uma forma mais aprofundada. Admito que tenha havido uma subvalorização dessa informação”, declarou, para lembrar, porém, que no sábado o país registou 156 incêndios, cujo combate envolveu mais de 9000 operacionais e quase 3000 viaturas. As falhas nas comunicações podem, por outro lado, ajudar a perceber por que é que, tantas horas depois do início das chamas, os operacionais no terreno continuassem a ser tão poucos. Entre os bombeiros, as perguntas que circulam têm nuances mais precisas: como é que o comando não solicitou meios aéreos logo no início da operação? Os meios aéreos que estavam a abastecer nas imediações para combater um outro incêndio não poderiam ter sido repartidos logo pelos dois incêndios?

Por que não foi cortada ao trânsito a Estrada Nacional 236-1, onde acabaram por morrer 47 pessoas. É verdade que esta via foi indicada pelas autoridades como alternativa ao IC8?

Na sequência do despacho do ministro António Costa, a GNR sustentou que “não havia qualquer indicador ou informação que apontasse para a existência de um risco potencial ou efectivo em seguir por esta estrada em qualquer dos sentidos”. Em jeito de justificação, a GNR explicou que o acesso à EN 236-1 se faz a partir de múltiplos locais, “muitos deles provenientes de pequenas localidades e propriedades existentes nas proximidades e não apenas a partir do IC8”. Acresce que foi no contexto de um fogo “invulgar”, com “múltiplos focos de incêndio e propagações galopantes e imprevisíveis”, que terão ocorrido, ainda segundo a GNR, os fatídicos acontecimentos na EN 236-1, “uma vez que o fogo terá atingido esta estrada de forma totalmente inesperada, inusitada e assustadoramente repentina, surpreendendo todos, desde as vítimas aos agentes de protecção civil, nos quais se incluem os militares da Guarda destacados para o local”. Neste contexto, a GNR confirma que cortou a circulação no IC8 cerca das 18h50, tendo sido depois forçada pelo avanço do fogo a recuar para a zona de confluência do IC8 com a EN 236-1. Esta manteve-se aberta. E aos automobilistas restavam três opções: retroceder pelo mesmo IC8 em direcção a Oeste ou arriscar os cerca de 14 quilómetros da EN 236-1 em direcção a Figueiró dos Vinhos ou em direcção a Castanheira de Pêra. Os que o fizeram ficaram encurralados. A ministra da Administração Interna já se manifestou “perplexa” com o facto de a GNR não ter decidido logo fechar esta via, mesmo considerada a forma “anómala” e “eruptiva” como o fogo se propagou, e não descartou investigações à actuação da GNR.

Houve interrupção do funcionamento da rede SIRESP?

Não há respostas cabais. Vários operacionais e autarcas no terreno alegam que sim, que os homens das diferentes forças que combatiam as chamas estiveram várias horas sem conseguirem comunicar entre si, o que ajudará a explicar em parte a reacção tardia em termos de mobilização de meios. Mas, por enquanto, Constança Urbano de Sousa admite apenas “intermitências” e não uma falha total das comunicações, adiantando que o que lhe garantiram foi que, pelas 20h, as redes móveis por satélite já estavam no terreno a substituir a fibra óptica que ficou queimada pelo fogo. De todo o modo, foi pedido um “relatório circunstanciado” cujas conclusões estavam previstas para ontem.

Que impacto tiveram estas falhas no planeamento, comando e execução das operações?

Ninguém adianta para já essa informação. Mas um relato de um dos bombeiros que estiveram desde a primeira hora no combate ao fogo diz que, além das falhas na comunicação de emergência, estes estiveram “sem qualquer rede móvel” durante várias horas, sendo que a rede da Meo apenas foi reposta “dias depois”. “Ouvi indicações contraditórias e assisti a meios esperarem imenso tempo por novas ordens, enquanto outras zonas ardiam e ninguém recebeu as informações, pois era impossível para os cidadãos informar pelas vias 112 ou centrais dos corpos de bombeiros. Onde andavam os meios de reconhecimento? E como garantir aos cidadãos uma capacidade de comunicação de incidentes ininterrupta em estado de emergência?”, questionou este bombeiro.

O Governo sabia das fragilidades do SIRESP e, nesse sentido, pode considerar-se que houve negligência do MAI?

A ministra da Administração Interna confirma as conclusões de um relatório oficial tornado público que aponta falhas anteriores no sistema de comunicações, nomeadamente no incêndio do ano passado no Sardoal, em que 50% dos operacionais no terreno estiveram sem comunicações, e em 2014, ano em que a morte de dois bombeiros num incêndio em Carregal do Sal terá sido propiciada por falhas nas comunicações. Mas, garantiu Constança Urbano de Sousa na entrevista à RTP, essas falhas “tiveram consequências, nomeadamente ao nível contratual, com [novas] obrigações contratuais de reforço da rede e ao nível das manutenções”. Porém, os especialistas, como ontem no PÚBLICO António Salgueiro, que liderou o Grupo de Análise e Uso do Fogo entretanto praticamente extinto, são muito menos benevolentes no balanço que fazem ao funcionamento do SIRESP: “Gastámos cerca de 400 milhões de euros num sistema de comunicação de protecção civil e, passados cerca de dez anos, continuamos com um sistema que falha, quando os sistemas de comunicação da protecção civil têm recursos alternativos para que nunca falhem ou que a probabilidade de falharem seja muito baixa. É inacreditável.”

Ainda há pessoas desaparecidas?

As autoridades estão ainda a cruzar os dados recolhidos por cada uma das forças, segundo o Ministério da Administração Interna. Continua aberta a linha para informações sobre vítimas e desaparecidos: 800 246 246.

Como é feita a identificação dos corpos?

Uma das técnicas primárias na identificação de cadáveres em desastres como o de Pedrógão Grande faz parte da medicina dentária forense e apoia-se na comparação dos dentes da vítima com os registos dentários existentes. Nos cadáveres que ficaram carbonizados não há impressões digitais, como terá ocorrido nalgumas das vítimas deste incêndio. Quando as temperaturas são muito elevadas, a partir dos 400 graus Celsius, o material genético dos ossos também fica destruído, impossibilitando uma identificação por este meio. Outras técnicas secundárias são as medidas de identificação circunstancial — por exemplo, documentos legíveis, objectos pessoais, roupas ou, no caso dos corpos carbonizados nos carros, até a matrícula da viatura. Anteontem à noite, a ministra da Justiça garantiu que as autópsias aos cadáveres foram concluídas num tempo recorde de 48 horas mas que ainda há corpos por identificar no Instituto Nacional de Medicina Legal de Coimbra. A respectiva identificação, que está a ser feita em colaboração com a Polícia Judiciária, tem que ser feita por via do reconhecimento dos cadáveres por familiares. Francisca Van Dunem explicou que, caso as famílias apareçam a reclamar os corpos, será ainda possível extrair material genético para fazer o processo de comparação, nos casos em que haja dúvidas.

Quem vai investigar o que se passou?

O Ministério Público já abriu um inquérito-crime para apurar tudo o que esteja relacionado com a origem deste fogo. Noutra frente, o primeiro-ministro, António Costa, garantiu ontem “total abertura e disponibilidade” do Governo para que uma comissão técnica independente, formada pelo Parlamento a pedido do PSD, possa “tão depressa quanto possível” adiantar todas as respostas que faltam para compreender cabalmente o que se passou e a reacção das autoridades. A Inspecção-Geral da Administração Interna também deverá ser chamada a abrir um inquérito à actuação das forças de segurança, sendo que muitos dizem não compreender por que é que este inquérito está a tardar tanto, tomando como exemplo o facto de, no ano passado, em São Pedro do Sul, quando as chamas causaram uma vítima mortal, Constança Urbano de Sousa ter ordenado de imediato a intervenção da IGAI.

O que vai ser feito, no plano legislativo, para prevenir que fogos como o de Pedrógão, que terá queimado cerca de 30 mil hectares, quase quatro vezes a dimensão de Lisboa, atinjam tais proporções?

Em 28 dias, até dia 19 de Julho, os deputados no Parlamento propõe-se discutir e aprovar a reforma florestal que esteve dois meses parada na Comissão de Agricultura e Mar da Assembleia da República. Marcelo Rebelo de Sousa já avisara que o Parlamento teria, se preciso fosse, de adiar as férias para deixar aprovado tudo o que dissesse respeito à reforma florestal. Entre as medidas previstas encontram-se alterações ao cadastro florestal, que visam simplificá-lo, benefícios fiscais para a gestão florestal, a rearborização com travão ao eucalipto e a criação do banco nacional de terras, para onde reverterão todos os terrenos “sem dono” registado. A ideia é criar zonas de descontinuidade, alterar a monocultura do eucalipto e “tornar a floresta mais resiliente” ao fogo, segundo Urbano de Sousa. “Este é o momento para fazermos a reforma há muito adiada da floresta”, reforçou, por seu turno, o primeiro-ministro, António Costa, no final do Conselho de Ministros de ontem dedicado aos fogos. com Andrea Cunha Freitas

tp.ocilbup@airafn

Deixem-se de lágrimas de crocodilo

A única pergunta que realmente me interessa ver respondida é sobre a cabeça de cada português: que dimensão precisa de ter uma tragédia para mudar o rumo de um país?

Pelas televisões passam jornalistas, bombeiros, políticos, engenheiros, especialistas em protecção civil, e eu sinto a falta dos antropólogos, dos psicólogos e dos neurocientistas, porque a única pergunta que realmente me interessa ver respondida é sobre a cabeça de cada português: que dimensão precisa de ter uma tragédia para mudar o rumo de um país? Quantos mortos são necessários para que se faça uma revolução na gestão da floresta? Será que a tragédia de Pedrógão foi suficientemente grande e grave para que seja enfim possível alterar as políticas de reflorestação, os métodos de prevenção e combate aos incêndios e o ordenamento de um território cada vez mais desertificado?

As perguntas sobre o que aconteceu e porque aconteceu já foram respondidas pelo PÚBLICO com um título perfeito: “O que é que falhou neste sábado? Tudo, tal como falha há décadas.” É isso mesmo. Há anos e anos sem fim que as pessoas que percebem de floresta e de combate aos incêndios andam a gastar o seu latim em estudos, livros, entrevistas e artigos, com opiniões que são hoje perfeitamente consensuais entre especialistas: um fogo daquela dimensão não se consegue apagar com meios humanos – só termina quando não houver mais combustível; os bombeiros deveriam ser forças profissionais que limpam no Inverno o que não querem que arda no Verão; no terreno deveriam existir mais pás e escavadoras e menos autotanques e mangueiras; um bom rebanho de cabras pode impedir mais fogos do que um regimento de sapadores; não se pode pedir a populações envelhecidas e empobrecidas que assumam elas a limpeza das suas florestas; é preciso alterar radicalmente a gestão do território rural. E por aí fora.

Quantas vezes já ouvimos isto? O Observador republicou há dois dias um texto de Agosto de 2016, escrito após o fogo do Funchal. Chamava-se “Porque arde Portugal?” e acabava assim: “Ficou provado que quando as coisas correm mal, correm realmente mal. Resta saber como — ou quando — será a próxima vez.” A próxima vez foi no sábado. As razões pelas quais temos tragédias cíclicas são as mesmas pelas quais temos falências cíclicas – porque somos bons a reagir (vejam-se os numerosos actos de heroísmo e a onda de solidariedade) mas péssimos a agir. E a verdade é esta: não existe capacidade reformista para fazer tudo aquilo que é preciso de forma a evitar incêndios calamitosos. Um reordenamento do território teria custos altíssimos, que nenhum político está disponível para pagar. Pior: que nenhuma população está disponível para tolerar. Porque hoje choramos os mortos de Pedrógão, mas se amanhã o governo quisesse tirar a um cidadão o pinhal abandonado que está na família há três gerações, a revolta seria imediata.

Voltemos à pergunta inicial: será que a tragédia de Pedrógão foi suficientemente grande e grave para mudar alguma coisa? A minha resposta é um rotundo “não”. Apaziguamos a alma com donativos. Vemos o presidente da República desculpar toda a gente ainda antes de saber o que aconteceu. Distribuímos afectos. Publicamos decretos. Escrevemos textos bonitos sobre dor e lágrimas. Mas após o Verão vem o Inverno e ninguém mexe uma palha. Querem respeitar os mortos de Pedrógão? Então evitem as lágrimas de crocodilo e a proclamação de grandes soluções a partir dos sofás da capital. A melhor homenagem que podemos prestar aos mortos é não fingir que a sua morte serviu para alguma coisa. Não serviu. Os fogos descontrolados vão continuar. Os mortos também.

de João Miguel Tavares Publico, 20-06-2017

Colocar comida na mala do carro pode deixá-lo doente. Previna-se

Foi ao supermercado, comprou toda a comida de que precisava, mas agora tem de a colocar na mala do carro que está a escaldar. Quanto tempo é que ela aguenta até que fique com bactérias que o podem deixar doente?

Em dias soalheiros e muito quentes, a mala do seu carro pode atingir os 70ºC, portanto certamente não é um local onde quer deixar a sua carne, peixe e fruta durante muito tempo.

O calor é um excelente meio para as bactérias se propagarem, por isso, se não quer que o seu frango e o seu leite acabadinhos de comprar se estraguem ou o deixem com sintomas de gastroenterite, o melhor é demorar o mínimo de tempo possível desde que coloca as compras no carro até chegar a casa. 

Se tem paragens para fazer no caminho, opte por fazê-las antes de ir ao supermercado e nunca depois. Se for possível prefira levar as compras de supermercado no banco do pendura do que na mala do carro, pois este local além de ser menos quente, poderá refrescar quando abre as janelas ou liga o ar condicionado. 

Deve ainda certificar-se de que coloca os congelados num saco térmico e os produtos frescos em último lugar na mala, para que passem o mínimo de tempo neste local quente.

BBCKD5s[1]

http://www.msn.com/pt-pt/saude/vida-saudavel/colocar-comida-na-mala-do-carro-pode-deix%C3%A1-lo-doente-previna-se/ar-BBCKALI?li=AA4WWv&ocid=spartanntp

Bolor em casa: como se forma e como o eliminar para sempre

Nada de desesperar, é, de longe, o único com problemas de bolor em casa. É algo até de bastante comum dentro das casas. Claro que, não é bonito, nem saudável. Por isso, é fundamental encontrar soluções para o eliminar e o irradiar de vez! Não queremos mais manchas de bolor nas nossas paredes, tetos, móveis e roupas.

Mas antes de limpar o bolor da sua casa, perceba como se forma, de forma a não voltar mais. Como se diz, o problema precisa de ser “cortado” pela raiz. Veja então, as várias dicas que temos para si, neste livro de ideias. Serão, com certeza, de uma grande ajuda.

Quais são as causas do bolor?

homify / press profile homify: Parede e piso por press profile homifyCertamente que já se questionou mil vezes sobre as razões de ter bolor em casa, a verdade é que a resposta pode ser diversa, já que existem vários fatores.

– A sua casa poderá ser muito húmida e pouco ventilada, sendo que a época mais fria e húmida do ano, é propícia a este crescimento de bolor. A humidade do ambiente não deve exceder o 55%, pois ao atingir este nível criará condensação no teto, parede, janelas, provocando num espaço de tempo curto, fungos, manchas e bactérias.

– Uma pintura desadequada poderá acelerar o desenvolvimento de fungos.

– Limpar várias paredes com o mesmo pano e a mesma água. Como sabe, o bolor é um fungo e se limpar várias superfícies com o mesmo material acabará por espalhar essa bactéria por todo o lado. 

– Falta de limpeza e manutenção.

– Se a sua casa for localizada num piso térreo, acima de caves ou por baixo de terraços, terá maior probabilidade de criar bolor nas paredes.

Quais são os perigos do bolor para a sua saúde?

homify / press profile homify: Casas de banho modernas por press profile homifyÉ verdade, o bolor prejudica a sua saúde, sendo esta questão muito mais importante que o lado estético. Neste sentido é fundamental irradiá-lo da sua vida, para o seu bem-estar e de todos que habitam a sua casa.

O bolor pode causar sérios problemas respiratórios, nomeadamente crises de asma, alergias respiratórias e infeções. Sendo que a baixa imunidade das crianças aumenta a probilidade de ficarem com problemas respiratórios. Por outro lado, quem já sofre de asma ou de outros problemas respiratórios pode agravar o diagnóstico.

Além disso, problemas como dores de cabeça, fadiga e fraqueza podem estar associados ao bolor.

Produtos e técnicas caseiras para limpar o bolor

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Pode eliminar o bolor da sua casa, pondo em prática técnicas profissionais ou caseiras. Claro que, se o problema for realmente grave e alarmante, ou se não puder fazê-lo, aconselhamos o trabalho de profissionais competentes.

Com produtos que tem em casa, consegue fazer verdadeiros milagres:

– o limão – a acidez é perfeita para azulejos da casa de banho, por exemplo;

– o bicarbonato de sódio misturado com água;

– o vinagre branco (atenção deve ser o branco e não o tinto, nem o balsâmico)!;

– água com sal – ideal para roupas com manchas de bolor.

No caso do vinagre ou do bicarbonato de sódio pode colocar o líquido dentro de um pulverizador, aguardar que faça efeito e depois limpar. Atenção, recomendamos para trocar várias vezes a água e limpar bem a escova ou o pano. Limpe só a zona afetada, não deve espalhar, de forma alguma, o pano sujo.

A lixívia é, também, um produto muito eficaz no combate ao bolor. Caso opte por usá-la, ponha uma máscara, calce luvas e recubra o chão, para não manchar. 

Nota: No processo de limpeza, utilize sempre máscaras e luvas. Mantenha o ambiente arejado e afaste as crianças longe desta atividade.

Que cuidados devo ter para limpar o bolor, para não voltar a vê-lo?

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Quantas vezes limpa-se o bolor da parede e na semana seguinte, novas manchas aparecem e em maior quantidade? Se for o caso é porque não usou os produtos adequados e não teve cuidado no processo de limpeza. Como já referimos, limpar várias superfícies com a mesma água suja ou com o mesmo pano, só piorará a situação. O fungo irá espelhar-se e é como uma praga.

Depois de limpar o bolor, deve também ter alguns cuidados de modo a não vê-lo mais. É importante arejar o espaço, abrir as janelas todos os dias, deixar entrar a luz natural, comprar um desumidificador, mas se o problema persistir veja a nossa última dica. 

Melhorar o isolamento e apostar em tintas próprias

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Se o problema de bolor persistir em sua casa deve remediar o problema na raiz.

Como?

Deve verificar se há problemas de infiltrações; talvez deve alterar as janelas ou pintar as paredes e o teto com uma tinta anti-fungos.

http://www.msn.com/pt-pt/lifestyle/vida/bolor-em-casa-como-se-forma-e-como-o-eliminar-para-sempre/ar-BBycW0O?ocid=spartanntp#page=5