*Os Sexalescentes do Século XXI*

“Se estivermos atentos, podemos notar que está surgindo uma nova faixa social, a das pessoas que estão em torno dos sessenta/setenta anos de idade, os sexalescentes é a geração que rejeita a palavra “sexagenário”, porque simplesmente não está nos seus planos deixar-se envelhecer.

Trata-se de uma verdadeira novidade demográfica, parecida com a que em meados do século XX, se deu com a consciência da idade da adolescência, que deu identidade a uma massa de jovens oprimidos em corpos desenvolvidos, que até então não sabiam onde meter-se nem como vestir-se.

Este novo grupo humano, que hoje ronda os sessenta/setenta anos, teve uma vida razoavelmente satisfatória.

São homens e mulheres independentes, que trabalham há muitos anos e conseguiram mudar o significado tétrico que tantos autores deram, durante décadas, ao conceito de trabalho.

Procuraram e encontraram, há muito, a atividade de que mais gostavam e com ela ganharam a vida.

Talvez seja por isso que se sentem realizados! Alguns nem sonham em aposentar-se. E os que já se aposentaram gozam plenamente cada dia, sem medo do ócio ou solidão. Desfrutam a situação, porque depois de anos de trabalho, criação dos filhos, preocupações, fracassos e sucessos, sabem olhar para o mar sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um pássaro da janela de um 5º andar…

Algumas coisas podem dar-se por adquiridas.

Por exemplo: não são pessoas que estejam paradas no tempo: a geração dos “sessenta/setenta”, homens e mulheres, manejam o computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos filhos que estão longe e até se esquecem do velho telefone fixo para contatar os amigos – mandam WhatsApp ou e-mails com as suas notícias, ideias e vivências.

De uma maneira geral estão satisfeitos com o seu estado civil, e, quando não estão, procuram mudá-lo. Raramente se desfazem em prantos sentimentais.

Ao contrário dos jovens, os sexalescentes conhecem e pesam todos os riscos. Ninguém se põe a chorar quando perde: apenas reflete, toma nota e parte pra outra…

Os homens não invejam a aparência das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um traje Armani, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de uma modelo.

Em vez disso, conhecem a importância de um olhar cúmplice, uma frase inteligente ou um sorriso iluminado pela experiência.

Hoje, as pessoas na idade dos sessenta/setenta, estão estreando uma idade que não tem nome. Antes seriam velhos e agora já não o são.

Hoje estão com boa saúde física e mental; recordam a juventude mas sem nostalgias parvas, porque a juventude, ela própria também está cheia de nostalgias e de problemas.

Celebram o sol a cada manhã e sorriem para si próprios. Talvez por alguma razão secreta, que só sabem e saberão os que chegarem aos 60/70 no século XXI”

Artigo de Miriam Goldenberg

Bom compartilhar com amigos de qualquer idade!

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A morte da executiva ‘bem sucedida’…

Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou-se. Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.

Ainda meio tonta, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas. Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava a acontecer, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:

– Enfermeiro, eu preciso voltar com urgência para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque o meu seguro de saúde é Platina, e isto aqui está a parecer-me mais a urgência dum Hospital público. Onde é que nós estamos?

– No céu.

– No céu?…

– É.

– O céu, CÉU….?! Aquele com querubins, anjinhos e coisas assim?

– Exacto! Aqui vivemos todos em estado de graça permanente.

Apesar das óbvias evidências, ausência de poluição, toda a gente a sorrir, ninguém a usar telemóvel, a executiva bem-sucedida levou tempo a admitir que havia mesmo batido a bota.

Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana iria receber o bónus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa.

E foi aí que o interlocutor sugeriu:

– Talvez seja melhor a senhora conversar com Pedro, o coordenador..

– É?! E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?

– Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.

– Assim? (…)

– Quem me chama?

A executiva bem-sucedida quase desabava da nuvem. À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.

Mas, a executiva tinha feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu logo:

– Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e…

– Executiva… Que palavra estranha. De que século veio?

– Do XXI. O distinto vai dizer-me que não conhece o termo ‘executiva’?

– Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.

Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.

– Sabe, meu caro Pedro. Se me permite, gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para essa gente toda aí, só na palheta e andando a toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistémica.

– É mesmo?

– Pode acreditar, porque tenho PHD em reorganização. Por exemplo, não vejo ninguém usando identificação. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?

– Ah, não sabemos.

– Percebeu? Sem controlo, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar em anarquia. Mas podemos resolver isso num instante implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.

– Que interessante…

– É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.

– !!!…???…!!!…???…!!!

– Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Accionista… Ele existe, certo?

– Sobre todas as coisas.

– Óptimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, parece-me extremamente atractivo.

– Incrível!

– É óbvio que, para conseguir tudo isso, teremos de nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias da praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho a certeza de que vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar num Turnaround radical.

– Impressionante!

– Isso significa que podemos partir para a implementação?

– Não. Significa que a senhora terá um futuro brilhante… se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque acaba de descrever, exactamente, como funciona o Inferno…

Max Gehringer

(Revista Exame)

Aprenda a Fazer o Leve e Saboroso Pão Naan Indiano

O naan é um pão típico da Índia, uma receita muito antiga que serve de acompanhamento para diversas refeições. É tradicionalmente assado no tandur, um forno de barro parcialmente enterrado, mas você não precisa desse tipo de forno para fazer esse pão saboroso. O naan é tão leve que você vai poder comer com diversos pratos, como sopas, cozidos e ensopados. Veja a receita a seguir.

receita de pão naan indiano

Pão Naan (rende 16 unidades)

Ingredientes:

• 750 gramas de farinha de trigo

• 1 e ½ colher de chá de fermento em pó

• 1 colher de sopa de sal

• 400 ml de leite integral

• 35 gramas de açúcar

• 50 ml de óleo vegetal

• Manteiga em temperatura ambiente

• 1 punhado de dentes de alho picados (opcional)

• Coentro a gosto picado (opcional)

Preparo:

1. Para fazer a massa, coloque a farinha em uma tigela grande, juntamente com o fermento e o sal.

2. Em outro recipiente, misture o leite com o açúcar e o ovos até que o açúcar esteja completamente dissolvido. Incorpore a mistura de ingredientes secos, e vá mexendo até formar uma massa macia.

3. Assim que formar a massa, cubra a tigela com um pano de prato húmido deixe descansar por 15 minutos.

4. Se você for assar o pão no forno, preaqueça-o a 225 graus, e coloque uma forma para aquecer dentro do forno.

5. Passados os 15 minutos, adicione o óleo na massa e mexa bem.

6. Divida a massa em 16 pedaços pequenos e abra-os em uma superfície com farinha, formando círculos de cerca de 10 centímetros de diâmetro. Depois, coloque-os na assadeira quente e deixe assar por 5 minutos, e vire se necessário.

7. Com o pão ainda bem quente e recém-saído do forno, passe manteiga e cubra com o alho e o coentro, se quiser. Sirva imediatamente. 

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10 Maneiras Que Médicos e Enfermeiros Previnem Doenças

Médicos e enfermeiros entram em contato com mais pessoas doentes do que qualquer outro profissional, mas raramente ficam doentes. Assim como nós, eles têm um trabalho duro e estressante, mas não podem se dar ao luxo de pegar doenças. Então, como eles fazem para prevenir? Além de lavar as mãos depois de receber cada paciente, eles têm outros truques simples, e hoje nós te convidamos a aprender 10 deles para ficar o mais saudável possível ao longo do ano.

como evitar doenças

1. Eles não colocam a mão o rosto

Normalmente, a transmissão de doenças é feita através das mãos, nariz, olhos e boca, afirma Nicoleta Constantin, enfermeira de vários hospitais da Carolina do Norte. Não tocar o rosto virou um hábito, e quando ela precisa coçar o nariz ou qualquer outra parte do corpo, ela usa um tecido ou seu antebraço. Além disso, o Dr. Louis J. Morledge, de Nova York, observa que, se você gosta de roer as unhas, deve se esforçar ao máximo para acabar com esse hábito desagradável – existem diversas bactérias debaixo das unhas e colocá-las em sua boca é uma maneira infalível de permitir que elas entrem em seu organismo.

2. Eles mantêm uma boa higiene, mesmo após o horário de trabalho

Os médicos e enfermeiros estão acostumados a lavar as mãos após o contato com os pacientes, e mantêm o hábito mesmo após o horário de trabalho, quando não entram em contato com outras pessoas. “Existem muitas bactérias desagradáveis na academia”, diz Jocelyn Freeman, uma enfermeira do Arizona. Ela sempre lava as mãos com água e sabão assim que chega em casa. Vale lembrar que o desinfetante para as mãos não elimina as bactérias sozinho; ele reduz o número de micróbios, mas não os eliminam. Além disso, ela recomenda limpar a alça do carrinho de compras com um lenço umedecido antibacteriano. Um estudo publicado em 2012 mostrou que 72% dos carrinhos de compras continham bactérias nocivas, das quais 51% são bactérias E. coli.

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3. Eles evitam o açúcar

“Pessoalmente, eu me sinto melhor e evito doenças quando evito a ingestão de açúcar”, diz Michelle Katz, enfermeira e autora do livro Healthcare Made Easy. Recomenda-se que, pelo menos durante o inverno, quando o efeito é maior, você evite doces e açúcares o máximo possível, porque o açúcar impede que os glóbulos brancos “sufoquem” as bactérias e os vírus que prejudicam nossos corpos. Segundo Katz, para mulheres é recomendado consumir menos de 6 colheres de chá de açúcar por dia, e homens menos de 9 colheres de chá de açúcar. Para comparação, uma lata de refrigerante comum contém cerca de 10 colheres de chá de açúcar.

4. Eles procuram ficar ao ar livre o máximo possível

Em um hospital – um lugar onde o ar é geralmente cheio de bactérias – o ar livre se faz necessário, pois faz as pessoas se sentirem bem e respirarem um ar mais puro. Claire Schuster, enfermeira de um hospital de Nova York, observa que, quando pega o ônibus para casa, desce uma parada antes da mais próxima a sua casa, pois assim consegue respirar outros ares e caminhar. “Este é um hábito importante, mesmo que você se sinta exausto depois de um longo dia de trabalho”, diz ela.

De acordo com um estudo realizado na Appalachian State University, uma caminhada de 30 a 45 minutos aumenta o número de células imunológicas que se movem no sangue, reduzindo o risco de adoecer em 40%, e se você evita sair em dias frios, saiba que o motivo pelo qual muitos de nós adoecemos no inverno não é necessariamente devido ao tempo frio, mas ao fato de que passamos mais tempo em espaços fechados por causa disso. É claro que você não precisa sair se estiver congelando, mas deve arejar sua casa com frequência para garantir que o ar circule bem.

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5. Eles limpam coisas que outras pessoas não pensam em limpar

Quando foi a última vez que limpou a sua máquina de lavar roupa? “Bactérias gostam de lugares quentes, escuros e úmidos, então sua máquina de lavar pode abrigar germes, especialmente com o tempo”, afirma Shawn Westadt Mueller, diretor de prevenção e controle de infecção do Medstar Union Memorial Hospital, em Baltimore. Seu conselho é derramar 2 colheres de sopa de vinagre branco no compartimento do amaciante e executar a máquina em um ciclo sem roupas.

6. Eles aproveitam seus dias de férias

Todos nós precisamos de tempo para relaxar e nos recuperar de qualquer coisa que possa nos ameaçar. Claire Schuster afirma que, durante suas férias, ela evita o máximo possível de estresse e cansaço, e até mesmo um estudo feito na Finlândia apoia essa prática. Segundo o estudo, o desgaste do trabalho está diretamente associado ao aumento do risco de doenças. Infelizmente, a maioria de nós não aproveita todos os nossos dias de férias. Se seu trabalho permitir, você pode distribuir suas férias ao longo do ano e sair a cada poucos meses, fazendo algo diferente e novo para te ajudar a recuperar as forças e saúde.

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7. Eles consomem probióticos

Cerca de 60-70% da nossa atividade do sistema imunológico ocorre nos intestinos, e como Alexander Rinehart, um nutricionista certificado gosta de dizer: “Seu intestino é uma barreira entre o mundo externo e o mundo interno de seu corpo”. Esta barreira é coberta de bactérias saudáveis que previnem infecções. Essas bactérias amigáveis nos ajudam a quebrar a comida e também previnem doenças dos alimentos que elas quebram antes de serem absorvidas pelo corpo. Em muitos estudos, verificou-se que suplementos probióticos ajudam a prevenir resfriados, mas além de consumir probióticos em forma de pílula, existem muitas maneiras diferentes de fazê-lo, como através de sua comida.

8. Eles tratam a parte mental também

Fazer terapia e escrever um diário são algumas das maneiras pelas quais Ashley Leak Bryant, PhD em Enfermagem e professora assistente na Escola de Enfermagem da UNC em Chapel Hill, ajuda a libertar a mente do estresse de seu trabalho, bem como ansiedades e medos que vêm junto com ele. Ashley trabalha em um departamento que trata pacientes com câncer e enfrenta vários desafios difíceis todos os dias. Ela diz que esses hábitos são vitais para ela e muitos estudos confirmam isso. De acordo com um estudo da Universidade do Texas, usar um diário ajuda a fortalecer as células do sistema imunológico, e outro estudo mostrou que a mesma ação também pode reduzir os sintomas de asma e artrite reumatoide.

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9. Eles fazem exercícios moderados

“Depois de um exercício moderado a intenso – por exemplo, correndo por 40 a 60 minutos sem parar – há um espaço de 72 horas durante as quais seu corpo está se recuperando, e esse é um momento em que as pessoas ficam suscetíveis a adoecer”, diz o Dr. Scott Weiss, que tratou atletas na NFL, NHL, WNBA, e fez parte da equipe de medicina esportiva nos Jogos Olímpicos de Atenas e Pequim.

Um estudo realizado na Appalachian University descobriu que esforço extremo aumenta as chances de atletas que sofrem de doenças relacionadas ao trato respiratório superior, devido ao aumento da secreção de hormônios epinefrina (adrenalina) e cortisol, que causam alterações no funcionamento do sistema imunológico. Se você se exercita regularmente, evite exercitar o corpo 72 horas após o término de um exercício difícil e árduo ou pratique exercícios leves que também possam fortalecer seu sistema imunológico.

10. Eles são otimistas

Isso pode parecer banal, mas uma abordagem otimista pode realmente fortalecer o sistema imunológico. Em um estudo publicado em 2006, os pesquisadores deram gotas nasais de influenza a 193 participantes, entre as idades de 21 a 55 anos, e descobriram que as pessoas mais otimistas ficaram muito menos doentes do que as que eram pessimistas, e até se recuperaram mais rápido. O otimismo também ajudou Paige Roberts, uma enfermeira, e diretora da enfermaria cirúrgica em um hospital em Nova York, que no final de cada dia de trabalho escreve, juntamente com as outras enfermeiras, coisas boas que aconteceram a eles naquele dia em um caderno conjunto.

Depois de quatro anos fazendo isso, Paige e sua equipe escreveram cerca de 7 mil coisas boas que aconteceram com eles. “Quanto mais você reflete sobre coisas positivas, mais você as vê”, diz Roberts. Se você não quiser ou puder fazer isso em grupo, tomar notas mentais de coisas boas que aconteceram com você todos os dias é mais que suficiente. Isso te ajudará a manter uma atitude mais otimista e a adoecer menos.

http://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=11769

Elimine a dor no nervo ciático em poucos minutos de maneira simples e natural

Não me comprometo com o tratamento deste problema.

Coloco-o como indicativo, retirado de um sitio designado por boa mente.

A neurite isquiática é uma síndrome caracterizada por dor intensa nas costas e na parte posterior da coxa. Esta doença aparece com frequência em mulheres grávidas e também afecta pessoas de 35 a 50 anos de ambos os sexos.

Posições deficientes quando sentado, dormindo ou fazendo movimentos bruscos podem agravar a situação e, como toda neuralgia, os medicamentos aliviam a dor temporariamente. Outro tipo de tratamento médico para aliviar estas condições combina o consumo de medicação e o exercício diário, mas estes são geralmente dolorosos e um pouco desagradáveis para os pacientes que sofrem desta condição.

nervo ciático

Este é um exemplo desses casos, o tratamento pode ser pior que a doença; tratamentos médicos tradicionais para aliviar este tipo de dor ciática, tendem a ser prolongados e desconfortáveis, por isso apresentamos abaixo esta opção para eliminar a dor no nervo ciático em apenas um piscar de olhos.

É um tipo diferente de exercício, muito simples de executar, que não causa desconforto e que elimina qualquer tipo de dor no nervo ciático, basta fazer isso por alguns minutos para começar a sentir seus efeitos benéficos, e se você criar o hábito de fazê-lo diariamente, a melhora será ainda maior.

nervo ciático

No entanto, antes de iniciar qualquer terapia, é sempre aconselhável consultar um especialista antecipadamente, pois você pode sofrer de algum outro tipo de condição óssea ou muscular que contraindica esses exercícios e não queremos que você seja indiretamente prejudicado.

Com esta terapia, você será capaz de reduzir consideravelmente a dor e pode até mesmo eliminar o desconforto no nervo ciático, de forma rápida e fácil e sem sair do conforto da sua casa. Veja como é simples!

exercícios nervo ciático

Curar doentes é mau para o negócio, diz a Goldman Sachs.

No relatório “A revolução do genoma”, os analistas da Goldman Sachs perguntam se “curar doentes é um modelo de negócio sustentável” e indicam às empresas de biotecnologia que as soluções podem afectar o “fluxo permanente de receitas”.

A Goldman Sachs, um dos maiores grupos de investimento do mundo, levantou um debate, já por muitos conhecido, dirigido à indústria farmacêutica sobre a rentabilidade económica de curar doenças, com a apresentação do seu relatório “A revolução do genoma”, a 10 de Abril.

Mais concretamente, a Goldman Sachs refere-se ao sector da biotecnologia, especialmente às empresas envolvidas no tratamento pioneiro da terapia genética, como se conhece o processo de substituir genes defeituosos por genes saudáveis, adicionar genes novos para ajudar o corpo a combater ou tratar doenças, ou desactivar genes problemáticos.

No relatório, citado depois pela CNBC, a Golman Sachs começa por perguntar se “curar doentes é um modelo de negócio sustentável“, para responder taxativamente: “Não”, afirma a RT.

No documento, a analista Salveen Richter disse que “o potencial de oferecer curas com uma só dose é um dos aspectos mais atractivos da terapia genética“. Por outro lado, acrescenta, “estes tratamentos oferecem uma perspectiva muito diferente em comparação com as terapias crónicas”.

Assim, de acordo com Richter, “apesar de esta proposta ter um enorme valor para os pacientes e para a sociedade”, isso poderia representar “um desafio para os cientistas que trabalham com medicina genómica e procuram um fluxo de negócio sustentável“.

Qual é a solução?

No relatório, é dado como exemplo os tratamentos da farmacêutica Gilead Sciences para a hepatite C, que alcançaram uma cura de mais de 90% dos afectados, nos EUA.

Graças à eficácia da medicina desta empresa, em 2015, as vendas do tratamento alcançaram os 12.500 milhões de dólares – mais de 10 mil milhões de euros. Mas as previsões para este ano ficam-se pelos 4 mil milhões de dólares – mais de 3 mil milhões de euros.

“O êxito do medicamento esgotou gradualmente o grupo disponível de pacientes“, escreveu a analista, explicando que, como consequência, “também diminui o número de portadores capazes de transmitir o vírus a novos pacientes, pelo que o grupo de incidentes também diminuiu”.

Neste sentido, Richter assinala que “onde um grupo de incidentes permanece estável (por exemplo, no cancro), o potencial para uma cura traz menos riscos à sustentabilidade do negócio”.

Na análise, a Goldman Sachs apresenta três soluções possíveis para que a terapia genética seja um negócio. O primeiro passa por dirigir-se a mercados grandes, como a hemofilia, que cresce aproximadamente entre 6% a 7% por ano.

O segundo é abordar os transtornos com alta incidência, como a atrofia muscular espinal, que afecta as células da medula espinal, o que influencia a capacidade de caminhar, comer ou respirar.

Por último, a Goldman Sachs sugere uma aposta na inovação constante e expansão do portefólio, tendo em conta que há centenas de doenças de retina hereditárias, como as formas genéticas de cegueira.

Hemofilia

do jornal publico

As estimativas da prevalência
desta doença rara apontavam, em 2013, para quase 700
adultos hemofílicos em Portugal.

Dia Mundial da
Hemofilia, que se celebra hoje.

PERGUNTAS E RESPOSTAS

O que é?


A hemofilia é uma doença hemorrágica — que pode ser hereditária ou resultar de uma mutação genética espontânea — que afecta maioritariamente pessoas do sexo masculino.


Trata-se de uma deficiência no processo de coagulação do sangue, que é mais demorado ou inexistente, provocando hemorragias frequentes, principalmente a nível das articulações.


Qual a causa?


A hemofilia resulta da deficiência de um factor de coagulação no sangue. Divide-se em dois tipos e vários níveis de gravidade de acordo com o factor de coagulação do sangue e a quantidade que está em falta. No tipo A, há um défice de factor VIII, e no tipo B, falta factor IX. A doença é tanto mais grave quanto menor for a proporção de factor no sangue. Nos casos mais graves não chega a 1%. Estes factores são essenciais ao processo de
coagulação, que funciona em cadeia. Sem eles o processo não se completa e as hemorragias acabam por acontecer, principalmente nas articulações. Uma pessoa com hemofilia pode ter hemorragias espontâneas.


Quantas pessoas têm esta doença?


A hemofilia, que ocorre quase exclusivamente em pessoas do sexo masculino, tem uma incidência de um em cada 5000
nascimentos de rapazes, no caso da hemofilia tipo A, e de um em 30.000, na hemofilia tipo B. Em Portugal, segundo um inquérito feito pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação, (IPST) em 2013 existiam 683 adultos hemofílicos — 549 com hemofilia tipo A e 134 com o tipo B.


Como se trata?


Não há uma cura, mas há tratamentos. Além da administração endovenosa de concentrados de factor nas hemorragias quando elas acontecem (chamada
terapêutica on-demand), os especialistas defendem a administração regular de factor (VIII ou IX) para as prevenir.


Existem complicações no tratamento?


Alguns doentes têm anticorpos, chamados inibidores, contra o factor em falta. Isto obriga a que as hemorragias sejam tratadas com produtos menos eficazes.


E nas mulheres?


A forma grave da doença afecta quase em exclusivo os homens.
Mas as mulheres também podem ter problemas. Tais como hemorragia ginecológica (períodos menstruais com mais de sete dias) e obstétrica (parto e pós-parto) e hemorragia grave após extracção dentária, cirurgia ou trauma.


Fontes: Direcção-Geral da Saúde e Associação Portuguesa de Hemofilia e de outras Coagulopatias Congénitas.