Miguel Abracadabrantes

Vou continuar a chamar tese de mestrado àquilo que parece ter sido, na verdade, um trabalho de grupo do 11º ano

Tão fascinante como a questão da existência de Cristo foi, durante anos, o debate sobre a existência de Miguel Abrantes. Os crentes diziam que Miguel Abrantes existia mesmo e era óbvio que mantinha um blog de apoio a José Sócrates por gosto, até porque a ideia de pagar a um blogger para elogiar o governo era cómica; os incréus diziam que não existia uma pessoa chamada Miguel Abrantes mas alguém que, escondido atrás desse nome, era pago para defender Sócrates e atacar quem o criticasse. Como se verificou mais tarde, em certa medida todos tinham razão: de facto, não existia um Miguel Abrantes; de facto, ele era pago para elogiar o governo; de facto, a ideia de pagar a um blogger para elogiar o governo era cómica. O problema é que, quando se trata de José Sócrates, quanto mais cómicas são as suspeições, mais verdadeiras vêm a revelar-se. Se determinada acção é ridícula, em princípio foi praticada por José Sócrates: eis uma lei natural que escapou a Newton.

Os depoimentos que Miguel Abrantes e Domingos Farinho prestaram perante o juiz da Operação Marquês contêm algumas revelações interessantes. Farinho, por exemplo, explica que a ajuda que deu a Sócrates se justificava porque “era a primeira vez que ele fazia um trabalho académico”. Tendo em conta o modo como sabemos que Sócrates se licenciou, é perfeitamente plausível que o ex-primeiro-ministro tenha chegado ao mestrado sem ter feito um único trabalho académico. As declarações do pseudo-Miguel Abrantes também parecem verdadeiras. Diz que também ele ajudou a rever a tese de mestrado de Sócrates (para simplificar, vou continuar a chamar tese de mestrado àquilo que parece ter sido, na verdade, um trabalho de grupo do 11º ano), mas corrigiu apenas coisas pequenas, como “quando é que ‘demais’ é junto ou quando é ‘de mais’”. Também aqui encontramos uma ressonância de verdade: se há pessoa que parece não saber quando é demais, essa pessoa é José Sócrates. Abrantes acrescenta que chegou a enviar a Sócrates uma entrada do Ciberdúvidas em que se esclarece a diferença entre “demais” e “de mais”. Não tinha custado nada adaptar a informação contida nesse artigo às necessidades pedagógicas de Sócrates, tornando a explicação mais fácil de assimilar. Por exemplo, “demais” enquanto pronome equivalente a “outros”: “Alguns anjinhos engoliram as patranhas do sr. engenheiro sobre o dinheiro de família, mas os demais preferiram acreditar na investigação do José António Cerejo.” “Demais” como advérbio com a função de “além disso”: 
“O pavimento que o sr. engenheiro escolheu para a casa do seu amigo não é barato; demais, é muito escuro”. “Demais” como advérbio que tem o significado de “excessivamente”: “O sr. engenheiro não gastará demais para os rendimentos que tem?” Finalmente, temos então “de mais”, a locução adverbial com o significado de “a mais”: “O Carlos Santos Silva já tem cartão de milhas na Fnac, pois comprou livros de mais.” Após esta ajuda, fico à espera do contacto de Rui Mão de Ferro. Passo factura.

(Crónica publicada na VISÃO 1289 de 16 de novembro)

Ricardo Araújo Pereira

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O jantar natalício

Ainda é Novembro mas já começaram os almoços e os jantares de Natal. São mesas enormes cheias de sorrisos forçados, reproduzindo até ao pormenor as hierarquias em vigor durante todo o ano. Há um fingimento de folia, um riso postiço que é filho mais da água do que do vinho, um humor fácil, medido a gargalhada curta, que é prontinho de mais para ser convincente.

As mesas com ementas fixadas de antemão são as menos alegres. Nalgumas chega-se ao luxo de poder escolher entre o arroz de frutos do mar e o empadão de farinheira. O vinho é da casa, as garrafas estão contadas e “não, não é possível pedir que se faça uma sangria à parte com uma delas, não, nem pagando mais um bocadinho, já está tudo pago, não sei se me estou a fazer entender, mais alguma coisa em que eu possa não ajudar?” As máscaras fazem-se pagar. Comem a cara. Quanto àquele ríctus que usamos para fazer de conta que nos estamos a divertir enquanto ouvimos o chato do contencioso a contar como é que se vai da Buraca para Barcarena sem usar o IC19 — ele pode ficar-nos esculpido nas bochechas para sempre.

Às vezes há um bolo e tudo: um bolo-rei especialmente trazido pelo patrãozinho da pastelaria Princesa de Mem Martins, completo com uma quantia excepcional de abóbora cristalizada, tingida de verde. Por ser Natal, há até uns fios de ovos a decorar o buraco no meio que é melhor ninguém tentar comer, até porque provavelmente sobraram do ano passado. O fim tarda mas lá chega: “Toma uma jeropiga, para rematar?” “Não.”

Miguel Esteves Cardoso

Voltaire e os 2 tipos de ladrões

Na vida, existem 2 tipos de ladrões;

1-O ladrão comum: é aquele que rouba o seu dinheiro, a sua carteira, relógio, telefone, etc..

2-O ladrão político: é aquele que rouba o seu futuro, seus sonhos, seu conhecimento, seu salário, sua educação, sua saúde, sua força, seu sorriso, etc..

Uma grande diferença entre estes dois tipos de ladrões,

é que o ladrão comum escolhe-o para roubar os seus bens

enquanto o ladrão político é você que o escolhe para ele o roubar.

E a outra grande diferença, não menos importante,

é que o ladrão comum é procurado pela polícia

enquanto o ladrão político é geralmente protegido por um comboio policial.

Pense antes de escolher o seu ladrão, da próxima vez …

Tem infeção urinária? Veja os alimentos que deve consumir e os que deve evitar

Veja os alimentos que deve consumir e os que deve evitar para combater a infeção urinária!

A infeção na urina é uma doença muito comum do sistema urinário, que afeta principalmente as mulheres. A infecção pode ser causada por vírus ou fungos, mas na grande maioria dos casos é causada por bactérias que se podem instalar nos rins, bexiga e uretra. Estas bactérias podem causar grandes dores nessas áreas, além de dificuldade em urinar. Alguns alimentos costumam prejudicar as inflamações, enquanto que outros podem ajudar a amenizar e combater o problema. Conheça quais!

Preços da gasolina.

Preços da gasolina, litro

Preços da gasolina, 13-Novembro-2017: O preço médio da gasolina pelo mundo fora é de 0.93 (Euro) por litro, mas existem grandes diferenças entre os países. Os países mais ricos têm preços mais altos e os mais pobres e os países produtores e exportadores de petróleo têm preços consideravelmente mais baixos. Os Estados Unidos representam uma excepção pois são um país economicamente desenvolvido mas ao mesmo tempo têm preços da gasolina baixos. As diferenças entre os preços da gasolina nos diferentes países devem-se a vários tipos de impostos e subsídios para a gasolina. Todos os países compram o petróleo nos mercados internacionais pelos mesmos preços mas impõem diferentes impostos. É por isso que o preço da gasolina a retalho resulta diferente.

http://www.globalpetrolprices.com/gasoline_prices/

A tese

Pedro Silva Pereira e Eduardo Catroga trocam cartas, quatro anos depois, acusando-se de serem os responsáveis pela chamada da troika e pela negociação do resgate. Quem tem razão? Fact Check.

14/9/2015 – David Dinis

Pedro Silva Pereira alega que o resgate só aconteceu porque o PSD chumbou o famoso PEC IV em Abril de 2011, inviabilizando o programa que negociou com a Comissão Europeia e com Angela Merkel. Mais, diz que o PSD foi parte importante das negociações, mostrando para isso entrevistas de Eduardo Catroga (do PSD) chamando a si os louros da negociação. O objectivo é colocar nas mãos do PSD a responsabilidade total pela troika, da sua chamada à sua execução.

Os factos


  • O PEC IV não tinha de ser votado na Assembleia. Foi-o porque José Sócrates (já sabendo da oposição do PSD), quis apoio político para um novo programa de austeridade que, acreditava, salvaria o país por ter o acordo da Comissão Europeia, Conselho Europeu e BCE.

    Antes de o entregar em Bruxelas, porém, Sócrates teve uma só reunião com Passos Coelho – a quem pediu apoio para o documento. E não falou dele ao Presidente da República, que soube da sua existência através de uma comunicação pública de Teixeira dos Santos.

  • A esmagadora maioria das medidas do PEC não tinham de passar pelo Parlamento. Tratava-se sobretudo de medidas de corte de despesa, que podiam ser decretadas pelo Governo, sem que os deputados tivessem “reserva de soberania” – ou seja, uma palavra a dar.

  • Sócrates não tinha de se demitir por causa do chumbo do PEC IV: o que foi a votos foi uma resolução do Conselho de Ministros – e um Governo só cai automaticamente com uma moção de censura ou com o chumbo de um orçamento;

  • É verdade, porém, que o Governo de Sócrates perderia, com esse PEC IV, qualquer apoio político na Assembleia. Depois de Ferreira Leite ter viabilizado o primeiro orçamento da legislatura em Março de 2010; depois de Passos ter aprovado as primeiras medidas de austeridade de Sócrates em Junho do mesmo ano; depois de o PSD se ter abstido no Orçamento de Estado para 2011, Passos deixou claro na noite em que foi conhecido esse documento que não daria mais apoio às medidas do Governo minoritário do PS. Como o CDS, o PCP e o Bloco de Esquerda se recusaram a fazê-lo desde o primeiro momento, Sócrates teria fim à vista em outubro, cinco meses depois, com o Orçamento seguinte.

  • Mas é possível argumentar que podia ter executado medidas até lá, tentando provar que aquele documento seria suficiente para tirar Portugal da linha de fogo.

  • Outra questão central é saber se o PEC IV conseguiria evitar o resgate – e para isso há leituras diversas. Portugal começou a estar sob fogo dos investidores a meio de 2010, antes do primeiro resgate grego. Isso aconteceu muito por contágio deste, mas também porque países como Portugal, a Irlanda e Espanha tinham aumentado muito a sua dívida pública, sem conseguirem ritmos de crescimento que permitissem antever a sua capacidade de a pagar. Desde aí até março de 2011, os juros da dívida em mercado secundário dispararam,

  • levando a que também as emissões de dívida do Estado fossem feitas a montantes muito elevados.

  • Nos meses seguintes, o Estado teria de voltar ao mercado de dívida com somas muito avultadas – largamente suplantando o que estava orçamentado. E sem financiamento, o Estado estrangularia. Nem o PEC inicial, nem a segunda ou terceira versão foram suficientes para devolver confiança sobre a capacidade de Portugal se financiar.

    Sócrates apostou tudo, por isso, em negociações secretas com a Comissão Europeia e com conhecimento do BCE. A ideia era ter um programa de austeridade robusto que, tendo a luz verde das instituições europeias, colocasse o BCE a financiar indiretamente a dívida portuguesa (para além do que já fazia com os bancos, que compraram dívida pública como nunca antes). Na verdade, esse passo ousado do BCE só chegou em 2012, dois anos depois, quando Mario Draghi ameaçou fazer “tudo” o que fosse preciso para salvar estados em perigo (de novo a Grécia). Só este ano o BCE implementou o Quantitative Easing, baixando juros de toda a periferia, mas sob mote de uma inflação que há muito estava próximo do zero.

    Voltando à questão: chegaria o PEC IV para baixar os juros e impedir um resgate? A maior parte dos economistas não acredita. Mas Sócrates e o PS poderão sempre argumentar que nunca vamos saber. E também podem argumentar que Passos Coelho, sempre que negociou ou quando ‘chumbou’ o PEC IV, argumentava que o fazia porque era preciso acabar com a austeridade, que pesava muito e não estava a resolver o problema. Para Passos, nessa altura, a mudança de Governo ajudaria a resolver o problema.

  • Outra questão, levantada por Silva Pereira: o chumbo do PEC IV ditou a inevitabilidade do resgate? A resposta correta seria que a demissão do Governo e a inexistência de um acordo sobre as medidas futuras levaram, sim, a uma bola de neve: as agências rating, que já tinham descido alguns degraus a nota do país, colocaram-no na categoria de lixo; os custos de financiamento subiram ainda mais; o financiamento do Estado tornou-se impossível. Mesmo assim, Sócrates tentou resistir. E só a intervenção de Teixeira dos Santos, então ministro das Finanças, permitiu evitar que o Estado entrasse em falência. Sócrates cortou relações com ele, mas Teixeira dos Santos acabaria por receber (por isso) uma condecoração do Presidente Cavaco Silva, no último 10 de junho. “É um reconhecimento de que fiz o que era importante para o país”, disse o ex-ministro nesse dia.

  • E, afinal, quem negociou com a troika? Quando chegaram a Portugal, os representantes das três instituições quiseram reunir com os vários partidos. Havia eleições à frente e pretendiam garantir o máximo consenso, para não existirem dúvidas sobre a aplicação do programa que fosse negociado. Só o PCP e Bloco se recusaram a sentar-se à mesa antes do acordo.

    Eduardo Catroga foi designado por Passos como chefe da equipa do partido. A reunião foi muito longa, com Catroga a descrever a sua visão do que devia ser o programa exaustivamente (embora Passos Coelho diga agora que a reunião só durou uma hora). Depois disso, os contactos oficiais com a negociação passariam a acontecer através de Pedro Silva Pereira, que se comprometeu a dar conta da evolução das negociações a todos os partidos.

    Acontece que Eduardo Catroga não esperou. E começou a enviar para os jornais cartas públicas, pedindo dados e esclarecimentos adicionais ao Governo socialista, fazendo-lhe várias críticas. Silva Pereira decidiu responder-lhe por carta – e deixou a partir daí o PSD de fora dos seus contactos oficiais. Isso não quer dizer, porém, que o PSD não tenha tentado influenciar as negociações. As cartas de Catroga eram pressão para encaminhar o documento para o que o partido entendia ser melhor; e os contactos de alguns elementos do PSD com pessoas da troika (como de Carlos Moedas com António Borges, à época responsável pelo FMI na Europa) eram frequentes.

  • Mas o que diziam, então, as cartas de Eduardo Catroga a Silva Pereira?

    A primeira foi a 20 de abril e dizia que o PSD considerava “ultrapassadas as projecções de base incluídas no PEC 4”, que estavam a servir de base às negociações – vistas como irrealistas e incumpríveis (devido a factores como as empresas públicas, os efeitos do BPN ou a suspensão das medidas previstas pelo Governo, logo que a demissão aconteceu;

    Seis dias depois, Catroga reforçava o pedido de mais informação ao Governo. Informações que dizia serem “essenciais para o devido acompanhamento do processo negocial. E acrescentava que “até à data, ainda nenhuma informação” tinha sido prestada sobre o estado financeiro de empresas públicas, das PPP;

    Dois dias passados, outra missiva, pedia”as informações necessárias para um cálculo sólido, baseado em pressupostos realistas e completos, das reais necessidades de financiamento do País para o período 2011-14″. Silva Pereira já tinha respondido, dando alguns dados, mas Catroga dizia que “a informação prestada [era] escassa, incompleta e pouco tempestiva.”

    A troca epistolar voltava a 2 de maio: “Senhor Ministro, estamos a 2 de Maio e o PSD não recebeu a devida informação. A responsabilidade pelo facto tem de ser imputada ao Governo, e só ao Governo.”

  • Como é que tudo acabou? Do ponto de vista político, o PSD e o CDS foram-se distanciando da versão final. Mas acabaram por enviar uma carta à troika, comprometendo-se a cumprir as metas fixadas, mas pedindo flexibilidade para melhor escolherem, depois das eleições, as medidas a aplicar.

    Eduardo Catroga deu uma conferência de imprensa mostrando-se feliz por ter influenciado o resultado final. Em quê? Por exemplo, na trajetória definida para o défice (mais estendida do que no PEC IV), também no facto de o memorando não tocar nas reformas de invalidez. Eis o que dizia Catroga nessa noite:

    “Nas medidas de austeridade do PS não se falava na necessidade de reduzir o gordo Estado paralelo, falava-se em privatizações, mas que eram sempre adiadas, não se falava em produtividade, em competitividade. Portanto, nós temos agora uma oportunidade única. Penso que o PSD, através da equipa que eu chefiei, deu um grande contributo para este processo. Portugal vai ter aqui uma oportunidade de fazer as reformas que se impõem, para dar esperança aos portugueses, para dar esperança à juventude”.


  • Já agora, vale a pena lembrar que os partidos disputavam, nessa altura, os louros da negociação. José Sócrates, neste mesmo dia e com Teixeira dos Santos atrás, de braços cruzados em baixo, fez uma intervenção orgulhava-se de uma negociação que pouca mais austeridade tinha do que o famoso PEC IV.

A conclusão

Enganador (muito). O resgate não aconteceu porque o PSD chumbou o PEC IV, mas porque Portugal apresentava condições de financiamento cada vez mais apertadas desde o meio de 2010, não conseguindo com as sucessivas medidas de austeridade dar a confiança aos investidores de que o país conseguiria pagar as suas dívidas. O que o PS pode argumentar, no limite, é o que o PSD não permitiu aplicar a última tentativa de evitar o resgate, que Sócrates negociou com Bruxelas.

Quanto às negociações, não há dúvida de que o processo foi todo conduzido pelo Governo de José Sócrates, com (muito) pouca influência do PSD ou de qualquer outro partido. As entrevistas de Catroga à data, reclamando louros, eram pura propaganda política – como foi a declaração de Sócrates mostrando o memorando que, dizia, tinha evitado o pior.

Lista dos filmes não pornográficos com cenas de sexo não simuladas.

Os seguintes filmes contem cenas reais de actos sexuais, ou seja, actores ou actrizes são filmados em actos sexuais reais ou realizando actividades sexuais, tais como, felação e cunilíngua, confirmados através de cenas no filme ou de relatos dos próprios actores e actrizes em entrevistas

Thriller: A cruel picture

1974

Contém relações entre a personagem principal, Frigga, e os clientes do prostíbulo, onde ela é obrigada a se prostituir.

O Império dos Sentidos

1976

Contém relações sexuais reais, a maioria entre Eiko Matsuda e Tatsuya Fuji, várias performances de sexo oral, a inserção de um ovo em uma vagina e contacto sexual entre uma mulher e um menor de idade.

Calígula

1979

Contém varias relações sexuais explicitas, e inclusive uma cena de verdadeiro swing com penetrações e sexo oral.

Em Carne Viva

2003

Cena explícita onde uma mulher pratica felação no actor Nick Damici

Romance X

1999

de: Catherine Breillat,  Although deeply in love with her boyfriend – and indeed sleeping in the same bed with …

Intimidade

2001

Patrice Chéreau regressa com a adaptação do livro “Intimidade” e de outros contos, de Hanif Kureshi, a história de dois amantes ocasionais …

The Brown Bunny

2003

Filme de Vincent Gallo, apresenta uma cena em que Chloë Sevigny pratica felação em Gallo. The Brown Bunny é um filme de drama americano independente de 2003 escrito, produzido e dirigido por Vincent Gallo sobre um piloto de motos em uma unidade de cross-country, que é assombrado por memórias de sua ex-amante.

9 Canções

2004

Vários cenas de sexo entre actriz Margo Stilley e actor Kieran O’Brien, incluindo penetração, felação e ejaculação do actor.[2]

8mm 2

2005

A sequência para o filme 8mm caracteriza uma cena em que os jogadores visitam um set de filmes pornográficos durante a filmagem de uma cena em que uma actriz pratica cunilíngua.

Marie and Jack: A Hardcore Love Story

2006

Este filme apresenta um documentário de 15 minutos não censura cena amor entre os seus temas DeMarco Damon e James Hunter, e inclui masturbação mútua, sexo oral e sexo anal.

Shortbus

2006

Vários actores neste filme americano, incluindo a personalidade da TV e cantora Sook-Yin Lee, executam actos sexual reais e outros actos.

Em Nova York, Sofia Lin e seu marido não têm uma vida sexual muito satisfatória. Como terapeuta conjugal, Sofia conhece um casal gay que está disposto a envolver uma terceira pessoa na relação.

L’histoire de Richard O

2007

Contém várias cenas de sexo explícito entre actor Mathieu Amalric e várias actrizes

Nessuna qualità agli eroi

2007

A actriz francesa Irène Jacob participa em duas cenas de sexo: uma cunilíngua com um close-up de seus órgãos genitais e uma explícita de masturbação masculina, realizada a seu jovem co-estrela italiano Elio Germano mostrando o seu pleno pénis erecto.

OTTO, ou, Up with dead people

2008

Várias cenas explícitas

Bill and Desiree: Love is Timeless

2008

O sexto filme da série de documentários “Real People, Real Life, Real Sex” do director Tony Comstock, este filme apresenta uma cena de sexo explícito entre o casal descrito no filme.

Lust For Vengeance

2008

Este neo-giallo, dirigido por Sean Weathers tem uma mistura de cenas soft e hardcore.

Antichrist

2009

Cena de penetração e masturbação, bem como uma cena com Charlotte Gainsbourg masturbar-se.

Brüno

2009

Há uma cena no filme em que Brüno (Sacha Baron Cohen), visitas de um festa de swingers, onde uma penetração real é mostrado, apesar de ser censurado

Hotel Desire

2011

Sergej Moya, Uma mãe solteira vive somente para criar o filho de oitos anos. A rotina de trabalho num hotel não permite que a jovem pense em mais nada. Até o dia em que um encontro imprevisto com um hóspede muda sua vida. 

Um estranho no lago

2013

Um lago usado como praia nudista é destino de lazer da comunidade homossexual. Um frequentador conhece no local um novato, mas não sabe que ele é muito perigoso. de Alain Guiraudie

Les Derniers jours du monde

2008

Erecção Real realizado pelo actor catalão Sergi López i Ayats, e algumas cenas simuladas e não simuladas relações sexuais realizadas por Mathieu Amalric

Bedways

2010

A film director and her two friends forge na intensely erotic connection while making a movie about love and sex in this provocative drama from …

A Vida de Adele:

2013

Adele é uma adolescente que enfrenta os desafios da chegada da maturidade. Sua vida toma um rumo inesperado ao conhecer uma encantadora garota de cabelo azul, com quem começará uma intensa relação e uma viagem de descobertas e prazer.

Ninfomaníaca

2014

Ninfomaníaca é um filme de drama dinamarquês de 2013 escrito e dirigido por Lars von Trier. A produção é estrelada por Charlotte Gainsbourg, Stacy Martin, Stellan Skarsgård, Shia LaBeouf, Christian

Love

2015

Contém varias relações sexuais explicitas, e nu masculino

Murphy é um americano vivendo em Paris. Ele dá início a um relacionamento extremamente sensual e com emoções muito intensas com a instável Electra. Em busca de novas aventuras e de proclamar sua liberdade, Murphy e Electra decidem convidar uma bela vizinha para dividir a cama em um ménage muito picante. O problema, todavia, é que eles não esperavam que esse gesto fosse provocar um efeito tão grande sobre o relacionamento.