CONSULTA E DIAGNÓSTICO PEDAGÓGICO

Torturado por terríveis dores lombares, fui consultar um famoso ortopedista.

Após analisar a radiografia, receitou-me anti-inflamatórios e teceu considerações a respeito da coluna, nervo ciático, etc., etc., tudo com uma contagiante simpatia e demonstração de profundo conhecimento profissional. Nunca entendi tão bem o porquê do substantivo “PACIENTE”, para definir o doente num consultório médico, como naquele dia; porque sim: é de todo bom senso e civismo, ouvir, com grata paciência e atenção, aquilo que alguém nos está a dizer, ordenar, sugerir e/ou aconselhar, para nosso exclusivo bem estar de saúde…

Depois de ouvir, atentamente, todas as recomendações posológicas, perguntei como leigo que sou:

– Doutor, o que fiz durante a minha vida, ou estou ainda a fazer, que possa ter originado estas dores?

E ele, depois de olhar frontal e francamente para mim, respondeu com simpática convicção:

– Aniversários meu amigo, aniversários!…

Este sábado foi o dia com mais incêndios registados até agora.

Autoridades registaram 268 incêndios neste sábado, o dia de 2017 com o mais elevado número de fogos. Combate mobilizou 6.500 pessoas e houve mais de cem missões aéreas.

Cerca de 6.500 bombeiros, 1.762 viaturas e cem missões aéreas estiveram este sábado no terreno a lutar contra os fogos. Mais de 70 incêndios deflagraram apenas em três horas da tarde de hoje em vários locais do norte e centro do país, 11 dos quais classificados como “problemáticos”, com Coimbra a activar o Plano de Emergência Distrital devido aos fogos.

O balanço actualizado domingo de manhã, de mais um dia recorde no número de fogos, a Protecção Civil registou 268 incêndios.

Em Abrantes, seis bombeiros ficaram feridos e foram transferidos para a unidade hospitalar local quando a viatura em que se seguiam foi apanhada pelas chamas, de acordo com informação avançada pela SIC Notícias. Os bombeiros feridos pertencem a uma corporação de voluntários da Trafaria. Também uma mulher ficou ferida e está internada no hospital da Universidade de Coimbra com queimaduras em 50% do corpo. Em Miranda do Corvo, há duas pessoas desalojadas, e, até ao momento, cinco pessoas feridas, entre elas três crianças, segundo avançou à RTP o presidente da câmara local, Miguel Batista.

A página da Protecção Civil chegou a mostrar mais de 100 fogos, com 30 especialmente activos. Alguns dos incêndios que mobilizam mais meios tinha sido considerados dominados — em Abrantes, Mealhada, Alvaiázere — mas há muitos homens no terreno para evitar reacendimentos, que foi o que acabou por acontecer em Alvaiázere, já ao fim da tarde de sábado, obrigando ao corte da A13, nos dois sentidos.

O incêndio “estava a propagar com grande velocidade”, indo em direcção ao concelho vizinho de Ferreira do Zêzere, no distrito de Santarém, disse à agência Lusa Célia Marques, sublinhando que as pessoas da localidade do Beco, em Ferreira do Zêzere, foram retiradas para uma localidade de Alvaiázere. “A nossa preocupação é que o fogo, face ao vento, inverta a direcção e regresse para a zona de Cabaços, como aconteceu há cerca de dez anos”, explicou a autarca, sublinhando que estão a ser criados aceiros para garantir que as chamas não transitam “para esse lado”.

Tomar é o mais recente concelho a ser atingido pelo fogo. Nas últimas horas, algumas aldeias tiveram que ser evacuadas e já há planos para levar algumas pessoas por via fluvial, se isso se chegar a revelar-se necessário. As imagens, transmitidas pela SIC, mostram enormes colunas de fumo na serra de Tomar.

A Câmara de Miranda do Corvo activou, entretanto, o Plano Municipal de Emergência devido ao incêndio “de grandes dimensões” que lavra na freguesia de Semide e que coloca “em risco” diversas casas de cinco aldeias, anunciou a autarquia à agência de notícias Lusa.

Reacendimentos aconteceram também em Cantanhede, um fogo que tinha sido dado como controlado esta manhã, mas que agora volta a lavrar, registando-se ainda uma segunda ocorrência neste concelho, que obrigou ao corte da A14, que liga Coimbra à Figueira da Foz. Também a A8 foi cortada no nó de Torres Vedras, na saída norte, mas já foi reaberta. A decisão foi tomada às 16h03 e a porta-voz da Protecção Civil, Patrícia Gaspar, revelou à Lusa estarem no local elementos da Guarda Nacional Republicana (GNR).

O incêndio que, a meio da tarde, mais atenção por parte das autoridades ainda era o de Abrantes, no distrito de Santarém. Às 16h10, estavam 538 operacionais, 181 veículos e dois meios aéreos a combater aquele incêndio, que começou ao final da tarde de quarta-feira, 9 de Agosto. Na manhã deste sábado, o fogo entrou em fase de resolução.

Em Ferreira do Zêzere, também no distrito de Santarém, o incêndio que tinha sido dado como dominado, reactivou-se hoje à tarde e entrou na localidade de Beco, informou o presidente da Câmara Municipal. “O fogo já entrou na localidade de Beco e está a ir em direcção a Dornes. Está medonho”, disse à agência Lusa o presidente do município, Jacinto Lopes, referindo que “há casas em risco”.

De acordo com o autarca, as chamas estão “a aumentar de intensidade” e lavram de forma descontrolada, considerando que “vai ser muito complicado” combater o fogo. “Só agora é que vamos ter meio aéreo”, notou Jacinto Lopes, referindo que, por o céu estar “muito negro”, poderá ser difícil para o meio aéreo operar. O presidente da Câmara de Ferreira do Zêzere referiu que às 20h00 iria decorrer uma reunião, na qual poderá ser decidida a activação do Plano Municipal de Emergência.

Em Cantanhede, no distrito de Coimbra, o incêndio que começou ao início da tarde de sexta-feira, 11 de Agosto, está a ser combatido por 310 operacionais, auxiliados por 95 veículos e três meios aéreos. O incêndio é dado pela Protecção Civil como estando “em curso”, o que significa que os bombeiros ainda não o conseguiram dominar. O plano de emergência distrital de Coimbra foi activado.

Na Mealhada, no distrito de Aveiro, há 226 operacionais, 55 veículos e dois meios aéreos no combate ao incêndio que começou a deflagrar às 12h33 desta quinta-feira, 10 de Agosto. O fogo já está dominado. O quarto incêndio mais importante é em Alvaiázere, no distrito de Leiria. Ao todo, estão destacados 230 operacionais e 80 veículos. O incêndio, que começou às 19h40 de sexta-feira, 11 de Agosto, já foi dado como dominado.

De acordo com a página na Internet da Autoridade Nacional de Protecção Civil, consultada pela Lusa cerca das 18h15, estão esta tarde em curso 28 incêndios rurais, que mobilizam 2.045 operacionais, apoiados por 574 veículos e 24 meios aéreos. O alerta laranja mantém-se em todos os distritos.

As autoridades procederam à evacuação de uma quinta na zona de Cantanhede, que envolveu a retirada de 250 pessoas, e em Tomar estava a ser ponderada, igualmente, a evacuação de uma localidade, neste caso através de meios fluviais, através da barragem de Castelo do Bode.

A Protecção Civil reconheceu que houve falhas “pontuais” nas comunicações sob a responsabilidade do SIRESP, o que sucedeu num dos incêndios, mas Patrícia Gaspar não especificou em que região se verificou esta situação. Acrescentou que as deficiências no funcionamento das comunicações não colocou em causa o combate ao fogo.

Ao final da tarde, a ministra da Administração Interna revelou que Portugal accionou o Mecanismo Europeu de Protecção Civil, quando já se sabia que este sábado foi o dia de 2017 em que se registaram mais incêndios, com 226 a serem declarados até ao início da noite. Sexta-feira era, até hoje, o dia deste ano em que Portugal registou mais incêndios, num total de 220 ocorrências, das quais 60 apenas no distrito do Porto, segundo informação da Autoridade Nacional de Protecção Civil.

http://observador.pt/2017/08/12/mais-de-3-mil-bombeiros-combatem-90-incendios-em-todo-o-pais/

Coreia do Norte Política irracional pode levar a catástrofe

Resta saber até que ponto é que Donald Trump terá paciência para aguentar não só a retórica bélica, mas também os novos testes de mísseis e bombas realizados por Kim Jong-un.

A Humanidade já esteve pelo menos uma vez no limiar de uma guerra mundial, durante a Crise das Caraíbas em 1962, mas foi possível travar o pior porque Nikita Khrutschov, líder soviético de então, e John Kennedy, Presidente dos Estados Unidos, compreenderam que, se um conflito nuclear começasse, ninguém ficaria para contar a história. Actualmente o perigo volta a reinar, mas a um nível muito maior devido, nomeadamente, às características dos líderes dos actuais participantes do confronto: Estados Unidos e Coreia do Norte.

É verdade que Nikita Khruschtov era um dirigente comunista bastante excêntrico e tomava atitudes inesperadas. Todos se lembram quando ele pegou num sapato e começou a bater na tribuna da Assembleia Geral da ONU ou pronunciou ameaças tão grandes que ainda hoje os tradutores têm dificuldade em as traduzir do russo para outra língua. Ele prometeu mostrar aos norte-americanos a “kuskinaia mat”. Esta expressão foi traduzida à letra como “a mãe de Kuzma” [nome masculino russo], mas talvez ele se referisse à bomba atómica.

As suas excentricidades começaram a ser tão grandes que os seus camaradas o mandaram para a reforma em 1964.

Isto pode levar a pensar que o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, não passa também de um excêntrico que não vai além das palavras, como não foram os seus avô e pai. Mas não se pode excluir que se trata de um jovem paranoico que encontra na guerra a única forma de se afirmar como líder absoluto e capaz de defrontar qualquer adversário, mesmo um incomparavelmente mais poderoso.

Preocupante também é o facto de, dentro das estruturas do poder norte-coreano, não se vislumbrarem dirigentes capazes de afastarem Kim Jong-un do poder, como então aconteceu na URSS.

Para tornar ainda mais difícil a situação, os Estados Unidos são actualmente governados por um Presidente que pouco tem a ver com John Kennedy. Donald Trump é um dirigente completamente imprevisível.

Ao comentar a situação em torno da Coreia, Serguei Lavrov, ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, afirmou: “considero que quando se chega a um ponto próximo da pancadaria, o mais forte e inteligente talvez deva ser o primeiro a recuar um passo em relação à linha vermelha”.

Trata-se indiscutivelmente de um sábio conselho, principalmente se tivermos em conta que existe uma fronteira comum entre a Coreia do Norte e a Rússia e um conflito entre Pyongyang e Washington pode ter consequências funestas para o Extremo Oriente e a Sibéria russas. O sistema de defesa anti-míssil e a aviação russos já estão prontos para interceptar algum míssil norte-coreano que saia da trajectória, mas serão insuficientes para travar ondas de radiação ou de refugiados caso os mísseis partam dos seus silos.

Mas resta saber até que ponto é que Donald Trump terá paciência para aguentar não só a retórica bélica, mas também os novos testes de mísseis e bombas realizados por Kim Jong-un.

Esperemos que nem Trump, nem Kim Jong-un queiram pôr fim à boa vida que levam e que o aumento da retórica bélica seja apenas o pronúncio da realização de conversações com vista a travar a escalada do conflito e à busca de soluções diplomáticas para este grave problema.

PS. Lavrov esqueceu-se de recordar, pois não convém nada ao Kremlin, que o princípio por ele citado não se aplica nas relações entre a Rússia e os países vizinhos. A Geórgia e a Ucrânia que o digam.

José Milhazes

http://observador.pt/opiniao/politica-irracional-pode-levar-a-catastrofe/

Quer um desportivo low cost? Eis 11 dicas para construir o seu

Se sempre desejou ter um carro mais rápido e divertido de conduzir, mas está “curto” de verba, porque não constrói o seu próprio desportivo? Eis 11 dicas relativamente baratas.

Especialmente para aqueles condutores menos afortunados (financeiramente falando, bem entendido) que até hoje nunca tiveram oportunidade de sentir nas mãos um verdadeiro desportivo, estando confinados ao seu utilitário de todos dos dias – por vezes, já com um excessivo número de anos e de quilómetros – , a possibilidade de dotarem o seu automóvel de um pouco mais de emoção pode soar como música para os ouvidos. Razão pela qual decidimos deixar aqui um total de 11 modificações acessíveis, capazes de tornar o seu modesto “carrito” numa máquina devoradora de quilómetros! E, sublinhe-se, em segurança…

Não sendo uma lista exaustiva, ou sequer elaborada com o objectivo de fazer do seu automóvel um carro de corridas, já sem qualquer aplicação ou uso no dia-a-dia, as dicas que aqui deixamos poderão, contudo, melhorar efectivamente a eficácia e as prestações do seu carro. Sem que, para tal, seja preciso abdicar de tudo quanto é conforto ou funcionalidade – qualidades apreciadas em qualquer veículo que, afinal, continuará a ser (também) o meio de transporte lá de casa!

1. Instale pneus de características desportivas

Sendo o único elemento que, no automóvel, verdadeiramente contacta com o solo, é também um componente importante na dinâmica exibida pelo veículo. Razão pela qual a nossa recomendação é que se deixe pneus de qualidade duvidosa ou em segunda mão, os quais têm à partida um rendimento muito deficiente, e opte antes por colocar uns pneumáticos de carácter mais desportivo. Preferencialmente, de marcas com melhor nome no mercado, como a Michelin, a Dunlop, a Bridgestone ou a Pirelli, que exibam laterais mais firmes e melhor tacto de condução. E todas elas oferecem gamas mais desportiva, como os Pilot Sport ou mesmo os Sport Cup, da Michelin.

Contudo, devem continuar a ser de medidas homologadas para o veículo em causa, pois de contrário não há inspecção que o aprove, sendo que deve igualmente preparar-se para surpresas desagradáveis com as seguradoras, em caso de acidente.

2. Coloque umas jantes novas, mas leves

É claro que umas jantes de 19″, num utilitário, dificilmente trarão agilidade ou até eficácia; já umas jantes de 16″, com umas borrachas mais desportivas montadas, poderão ser uma solução bem melhor e mais convincente! Trata-se, no fundo, também de estética; ainda que umas jantes de tamanho apropriado ao tipo e dimensões do automóvel (e homologadas) não deixem de ser também uma importante ajuda com vista a um melhor desempenho dinâmico!

Note que a troca de jantes de ferro por liga-leve não é apenas por uma questão de estética. O objectivo é, sobretudo, reduzir o peso não suspenso, que é precisamente o que mais influencia o desempenho da suspensão. E umas jantes mais leves ajudam o amortecedor e a mola a realizar melhor o seu trabalho.

3. Instale um kit de admissão desportivo

Sendo opinião geral que a grande maioria dos automóveis surge, de fábrica, com sistemas de admissão melhoráveis, existem já vários preparadores que disponibilizam kits de admissão desportivos que, por preços abaixo dos 200€, garantem um incremento da potência do motor, na ordem dos 3 a 10 cv – isto, dependendo sempre também da cilindrada e alimentação.

De resto, optimizando o fluxo de ar que entra no motor e reduzindo a temperatura na admissão, a maior parte destes sistemas são inclusivamente de montagem fácil, em poucos minutos, e exigindo apenas a utilização das ferramentas básicas e, claro, respeitar as instruções.

Obviamente, ajuda se o veículo em causa possuir um tipo de injecção de combustível que se possa ajustar (automaticamente ou não) à quantidade de ar admitida, mas sobretudo à massa desse mesmo ar, pois é essa que conta no momento da mistura ar/combustível.

4. Introduza um sistema de escape desportivo

Não estamos a falar da simples ponteira, que garante exclusivamente uma sonoridade mais desportiva, mas sim de sistemas de escape completos, menos restritivos e com uma geometria optimizada, capaz de garantir uma melhor evacuação dos gases de escape. Sendo que, por um pouco mais, pode até acrescentar-lhe novos colectores de escape.

Seja como for, garantidos ficarão mais alguns cavalos de potência, a par de um barulho bem mais cativante; o que não significa necessariamente um volume mais alto… Convém é verificar se o ruído continua dentro dos limites impostos pela lei, mas há escapes desportivos que asseguram isso mesmo.

5. Mude para tubos de aço no sistema de travagem

Basicamente, trata-se de garantir um tacto mais agradável no pedal do travão, não tão esponjoso nas travagens mais a fundo. Algo que se consegue com a substituição das tubagens em borracha que geralmente os carros trazem de fábrica, por tubos de aço que, além de não se deformarem, garantem uma injecção mais eficiente dos fluidos hidráulicos. Assegurando, ao mesmo tempo, uma melhor travagem.

6. Troque de óleo de travões e de pastilhas

Já que está concentrado no sistema de travagem, aproveite para mudar de óleo de travões. Não só deve substituí-lo com alguma regularidade, pois tende a absorver humidade e, logo, a perder eficácia, como deve procurar um óleo que resiste melhor a altas temperaturas, uma vez que o mais provável é que passe a conduzir mais depressa e a esforçar mais o sistema de travagem.

É claro que deveria mudar de maxilas, que lhe permitissem montar pastilhas de maiores dimensões. Mas isso representa um investimento assustador. Como esse não é o objectivo, concentre-se apenas nas pastilhas. Monte a medida de origem, mas procure outro material, pois existem umas que resistem melhor a uma utilização intensiva. Só um aviso: não fazem muito bem aos discos. Mas isso é outra conversa.

7. Instale barras estabilizadoras

Sendo um dos upgrades mais acessíveis que podemos instalar num automóvel, montar barras estabilizadoras mais grossas é também uma das soluções que mais facilmente altera, para melhor, o comportamento do automóvel. Desde logo, pelo facto de reduzirem o adornar da carroçaria em curva, sejam elas montadas no eixo dianteiro ou traseiro – ou em ambos –, tornando dessa forma o carro mais ágil e preciso, além de com um melhor comportamento em curva.

E o mais curioso é que recorrer a barras mais grossas não torna a suspensão mais dura em recta (ou seja, sempre que as duas rodas são solicitadas em simultâneo), mas exclusivamente em curva (quando apenas uma das rodas é solicitada), que é exactamente o que necessitamos.

8. Opte por amortecedores e molas mais duras

Não são raros os automóveis que acabam por melhorar o seu desempenho apenas e só com a instalação de novos amortecedores e molas, um pouco mais firmes. Sendo mesmo, a par da colocação das barras estabilizadoras, a solução que mais contribui para que tenhamos um carro, seja ele qual for, mais entusiasmante de conduzir.

No entanto, atenção: antes de escolher os amortecedores ou as molas, o melhor mesmo é informar-se, em fóruns na Internet ou até mesmo junto da marca, sobre quais as melhores soluções, em função do modelo do automóvel. Sendo que, uma vez chegado a uma conclusão, também valerá a pena ponderar sobre o uso que se pretende dar ao veículo e o tipo de estrada em que irá circular. Lembre-se que umas suspensões excessivamente rijas tornam o carro muito saltitão, com perdas de aderência muito repentinas, o que é mau para a diversão. Especialmente, se a estrada estiver molhada.

9. Evolua o sistema de travagem

Porque tão importante como acelerar é travar, a opção pela colocação de um sistema de travagem melhorado, por exemplo, com umas pastilhas de travão de alto rendimento e a substituição dos quatro discos e das respectivas pinças por uma solução de maiores dimensões, deve ser sempre levada em linha de conta. Em particular, se o leitor for daqueles condutores que se pela por umas voltinhas em estradas de montanha ou em track days. E não se esqueça da bomba central, aquela que é pressionada quando carrega no pedal do travão, pois é aí que tudo começa.

10. Reprograme (conscientemente) a centralina

Ora aqui está um tema que requer muito cuidado, atenção… e informação. Porque exige a intervenção de pessoal especializado e não demasiada ambição; no máximo, um aumento da potência em não mais que 20%, se o motor em causa estiver equipado com turbocompressor, cuja pressão seja gerida pela centralina.

Um maior incremento pode resultar num esforço perigoso de alguns componentes mecânicos e até encurtar consideravelmente o período de vida de componentes do motor – a começar pelo turbo, mas incluindo igualmente o interior do motor.

11. Novos assentos, volante, alavanca da caixa

A par de todas as alterações mecânicas e de software já referidas, importante, neste esforço de trazer mais emoção ao nosso carro de todos os dias poderá ser também a melhoria da forma como sentimos o automóvel. Nomeadamente, os bancos em que nos sentamos – por que não a instalação de uns assentos mais desportivos -, o volante com que conduzimos – por exemplo, um de tacto mais desportivo -, ou até mesmo a manete da caixa de velocidades que, se a alavanca for de menor altura, permitirá não só engrenar as relações mais rapidamente, como também oferecerá um outro tacto. Sendo que, para completar o pacote, uns pedais mais desportivos também não seriam uma má opção.

A terminar, referir apenas que de forma alguma quisemos fazer uma lista exaustiva. Até porque, já lá diz a sabedoria popular, “o carro é muitas vezes a imagem do seu condutor”. Importante é, sim, que todas as alterações que vier a fazer no seu automóvel sejam realizadas com garantias de segurança e fiabilidade, levando em linha de conta que acessível não é o mesmo que barato, e que, por vezes, “o barato, sai caro”. Sendo que a melhor forma de evitar situações desagradáveis no futuro é informar-se bem antes de comprar – e, para isso, os fóruns na Internet e as oficinas especializadas poderão ser uma boa solução.

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http://observador.pt/2017/06/07/quer-um-desportivo-low-cost-eis-11-dicas-para-construir-o-seu/

acto sexual

Sabias que o acto sexual:

DURA APROXIMADAMENTE 8 minutos… a média de penetração do pénis na vagina é de 30 vezes por minuto, o que indica que no acto sexual existem 240 introspecções…

Uma vez que o pénis tem um tamanho médio de 15 cm em erecção, significa que durante a penetração são introduzidos 3600 cm, ou seja, 36 metros de pénis por relação sexual.

Geralmente as mulheres fazem amor (com sorte) 3 vezes por semana (isso é o dever, se não for assim preocupe) e como o ano tem 52 semanas, isto significa que em resumo, recebem 5885 metros de Pénis anualmente, ou o que é igual a quase 6 km por ano, ou seja, 1/2 km por mês.

Então minha amiga, se você não recebeu a sua quilometragem correspondente a esta altura do ano, faça o necessário para cumprir o que a ciência médica estabelece… Nota: alguns metros de mais não lhe farão mal, pelo contrário!!! Vai ajudar a perder peso e melhorar o seu humor e ritmo cardíaco. Então, vamos trabalhar.

Para minhas amigas: exijam sua quota em quilometragem e um super!!!

Para meus amigos: cumpram sua quilometragem, que se não, mudam de modelo!!…..